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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Camisa de Vênus - Mais vivo do que nunca (2014)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Mais vivo do que nunca!

Ano:2014

Formação Atual:
Eduardo Scott: vocal.
Gustavo Mullem: guitarra solo.
Karl Hummel: guitarra base.
Ivan Oliveira: baixo.
Cloud: bateria.

Tracks:
01 - Sem Nada
02 - Metástase
03 - O Adventista
04 - Hoje
05 - Crime Perfeito
06 - Gotham City
07 - Eu não matei Jona D'arc
08 - Beth Morreu
09 - País do Futuro
10 - Mão Católica
11 - Correndo sem parar
12 - Sinca Chambord
13 - Só o fim
14 - Negue
15 - Pronto pro suicídio
16 - My Way

Links:

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Camisa de Vênus: Ouça nova música lançada pela banda hoje 25/07

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CAMISA DE VÊNUS

A banda Camisa de Vênus (Eduardo Scott, Karl Franz Hummel Hummel, Gustavo Mullem, Ivan Oliveira & Cloud ) lançou hoje "Sem Nada", música composta por Gustavo Mullem & Eduardo Scott, produzida & mixada por Ivan Oliveira e masterização de Jorge Solovera. Amanhã a banda tocará a nova música no Dubliners Irish Pub - Salvador; o show terá participação de Paulinho Oliveira. Escute aqui e/ou faça o download gratuitamente.


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Matanza, Camisa de Vênus e Headhunter DC dia 02 de novembro em Salvador

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Evento: Matanza Fest 2013
Data: 02 de Novembro de 2013
Hora: 21:00  hs
Bandas: Matanza, Camisa de Vênus, Headhunter DC
Onde: Espaço Alto do Andu
Local: Av. Luís Viana Filho (Paralela)
Cidade: Salvador\Bahia
Valor: R$ 40,00

terça-feira, 3 de setembro de 2013

6ª Convenção de Tatuagem da Bahia dias 05 e 06 de Outubro no Parque de Exposições

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Evento: 6ª Convenção de Tatuagem da Bahia
Data: 05 e 06 de Outubro de 2013
Hora: 20:30  hs
Bandas: Diáspora, Dr. Galvinito, Ex-29, Bartákia, Overturn, Camisa de Vênus, Rock Sally, Mensageiros do Vento, Lo Han, Abismo Solar, Pancreas
Local: Parque de Exposições
Cidade: Salvador \Bahia
Valor: Entrada Franca \ Com Moto: 2Kg de Alimentos

terça-feira, 23 de julho de 2013

Camisa de Vênus e Convidados dia 27 de Julho no Irish Pub

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Evento: Temporada Camisa de Vênus e Convidados
Data: 27 de Julho de 2013
Hora: 22:00  hs
Bandas: Camisa de Vênus
Bandas Convidadas: Combat Rock, Ex-29
Participações Especiais: Fábio Cascadura, Marcio Mello, Carlos Barros e Keko Pires
Onde: The Dubliners Irish Pub
Local: Rua da paciência 247 (Rio Vermelho)
Cidade: Salvador\Bahia
Valor: R$ 20,00


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Camisa de Vênus e Lo Han dia 20 de Julho no Irish Pub

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Evento: Camisa de Vênus e Convidados
Data: 20 de Julho de 2013
Hora: 22:00  hs
Bandas: Camisa de Vênus, Lo Han
Onde: The Dubliners Irish Pub
Local: Rua da Paciência, Rio Vermelho
Cidade: Salvador\Bahia
Valor: R$ 20,00

terça-feira, 9 de julho de 2013

Camisa de Vênus convida Os Mizeravão dia 13 de Julho no Irish Pub

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Evento: Dia Mundial do Rock
Data: 13 de Agosto de 2013
Hora: 22:00 hs
Bandas: Camisa de Vênus
Banda Convidada (Abertura): Os Mizeravão
Onde: The Dubliners Irish Pub
Local: Rua da Paciência, 157 (Rio Vermelho) 
Cidade: Salvador\Bahia
Valor: R$ 20,00

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ato5 e Camisa de Vênus dia 07 de Junho no Teatro Solar Boa Vista

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Evento: Sexta do Rock
Data: 07 de Junho de 2013
Hora: 19:00hs
Local: Cine Teatro Solar Boa Vista
Onde: Engenho Velho de Brotas
Valor: R$ 15,00

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Camisa de Vênus dia 15/11 no Gran Hotem em Stella Maris

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Evento: Bahia Road Festival
Dia: 15/11/2012     
Hora: 22:00hs       
Bandas: Camisa de Vênus
Local : Gran Hotel (Stela Maris)
Cidade: Salvador\Bahia  


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Camisa de Vênus: Rock n Roll (Salvador\Bahia)

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Logo:


Release 


Camisa de Vênus é uma banda de rock brasileiro que foi formada em Salvador em 1980 e encontra-se em atividade até hoje. Fez grande sucesso no cenário brasileiro dos anos 80, sendo uma banda tida como mais "suja" do que as outras pelo seu nome (na época era muito utilizado como sinônimo de preservativo) e pelos palavrões nas letras. Suas principais músicas são Bete Morreu, Eu Não Matei Joana D'Arc, Simca Chambord, Deus Me Dê Grana e Só O Fim.

História

A banda foi formada em 1980 quando Marcelo Drummond Nova, que trabalhava na rádio Aratu em Salvador, conheceu Robério Santana, que trabalhava na TV Aratu.[1] Conversando sobre música os dois descobriram que tinham gostos em comum e decidiram montar uma banda. Marcelo Nova seria o vocalista e Robério Santana o baixista. Robério resolveu chamar seu amigo Karl Franz Hummel para assumir a guitarra base e este, por sua vez, chamou seu amigo Gustavo Adolpho Souza Mullem para tocar bateria.[2] Se juntou ao grupo o guitarrista solo Eugênio Soares.
Nos ensaios, as pessoas que compareciam diziam que o som da banda era muito incômodo. Por isso, Marcelo Nova sugeriu o nome de Camisa de Vênus, por achar preservativo uma coisa muito incômoda.[3]
Após duas apresentações em Salvador, Eugênio Soares sai do grupo e Gustavo Mullem, que queria tocar guitarra solo, chama Aldo Pereira Machado para assumir a bateria.[2] Esta seria a formação que tocaria junta até o primeiro fim da banda, em novembro de 1987.
Com a realização de alguns shows na capital baiana, uma pequena gravadora local, chamada NN Discos, se interessa pela banda e chama-os para gravarem um compacto, com a possibilidade de gravarem um álbum.[1] A banda grava duas músicas em Salvador: Controle Total e Meu Primo Zé. O lado A continha uma música "chupada" de Complete Control do The Clash, mas com uma letra que falava da vida na Bahia. Já o lado B era composto de uma versão da música My Perfect Cousin do The Undertones. O compacto foi lançado em julho de 1982.
Após o compacto, a gravadora decide dar a oportunidade deles gravarem um álbum. Entretanto, com o sucesso de outras bandas do incipiente rock nacional dos anos 80 - o primeiro compacto da Blitz é de 1982, assim como o dos Paralamas do Sucesso e o do Kid Abelha, a Som Livre se interessa em lançar nacionalmente o álbum. Então, Marcelo Nova é chamado para uma reunião com os executivos da gravadora Som Livre, Heleno de Oliveira e João Araújo, pai de Cazuza. Neste encontro, eles expõem um "problema" para Marcelo Nova: o nome da banda atrapalharia a divulgação do primeiro trabalho (nos jornais o Camisa de Vênus era tratado como "Camisa de…"). Eles sugeriram que o nome fosse trocado por outro "melhor". Marcelo Nova diz que aceitaria a troca de nome e propõe que o novo nome seja "Capa de Pica".[1]
Esta reunião selaria o destino do Camisa de Vênus na gravadora Som Livre e o seu primeiro álbum homônimo, lançado em 1983, teria a distribuição prejudicada. O álbum continha a música Bete Morreu, que faria sucesso nacionalmente, mas que, pouco tempo depois, teria a sua execução radiofônica proibida em todo o território nacional pela Censura.[4]
Após o lançamento, a banda fica quase um ano sem gravadora, mas acaba assinando com a RGE. Assim, em 1985, sai o segundo álbum da banda, chamado Batalhões de Estranhos. O disco traz uma banda mais madura e com melhores recursos de estúdio à sua disposição, o que proporciona a realização de um som mais polido e menos agressivo. O segundo álbum da banda traz mais um sucesso radiofônico, Eu Não Matei Joana D'Arc e eles saem novamente em turnê.
[editar]Mudança de Gravadora
Ao assistir um show da banda, André Midani (diretor da gravadora WEA, na época) vai ao camarim da banda perguntar o que ele precisava para "contratar aquele insulto". Fica acertado então que o Camisa de Vênus lançaria um álbum com o registro ao vivo de um show da turnê, produzido por Pena Schmidt e lançado ainda pelo selo RGE.[5] Ao analisar o material, eles decidem lançar um show em Santos, realizado no dia 8 de março.
Marcelo Nova, que já tinha experiência de músicas censuradas, decide não enviar o álbum à apreciação da Censura, que continuava em vigor apesar do fim da ditadura militar. O álbum Viva foi lançado em 1986 e, quando estava com cerca de 40 mil cópias vendidas foi recolhido pela Polícia Federal por ordens da censura. O próprio Marcelo Nova presenciou cópias de seu disco sendo recolhidas em São Paulo.[4]
Após este episódio, o álbum teve oito de suas dez músicas censuradas por conterem linguagem inapropriada. Entretanto, com a volta às vendas, apesar da proibição de execução radiofônica e, talvez, devido ao impulso conseguido com as notícias da censura do álbum, suas vendas atingem a marca de 180 mil.[5]
Ainda em 1986, entram em estúdio novamente e gravam o álbum Correndo o Risco, o primeiro pela gravadora Warner. O álbum é produzido por Pena Schmidt continuando a parceria que se encerraria apenas com o fim da banda. Ele vende 300 mil cópias e a música Só O Fim torna-se a mais tocada nas rádios naquele ano.[1] Além da já citada, são destaques do álbum as músicas Simca Chambord e Deus Me Dê Grana.
[editar]Término da banda
Após mais uma turnê, a banda se reúne em estúdio para gravar um novo álbum. Chamam Raul Seixas para uma participação, o que resulta na composição e gravação de Muita Estrela, Pouca Constelação. Marcelo Nova e o Camisa de Vênus conheciam Raul desde uma apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro em 1984, quando foram informados que Raulzito viria vê-los e acabaram tocando uma seleção de covers de clássicos do Rock.[6]
Assim, em outubro de 1987, lançam o primeiro álbum duplo do rock nacional, Duplo Sentido. A recepção ao álbum é inferior ao último, talvez em reflexo do grande número de músicas. Apesar disto, as vendas somam cerca de 40 mil, mesmo sem uma grande turnê de divulgação.
Desde o disco anterior da banda, Marcelo Nova vinha pensando em sair para seguir novos rumos.[1] Também as relações entre os membros estavam desgastadas pelos vários anos de convivência.[1] Então, logo após o lançamento deste álbum, ele anuncia à banda que estava deixando o grupo para seguir carreira solo, mas que eles poderiam continuar se quisessem. Entretanto, os demais membros decidem encerrar a carreira do grupo.[1]
[editar]Volta em 1995
Em meados de 1995, Karl Hummel ligou para Marcelo Nova querendo voltar com a banda. Para convencer Marcelo Nova disse que tinha ouvido outro dia na TV que o Skank era a "nova sensação do rock nacional" e que, por isso, eles precisavam voltar.[5] Eles chamam Robério Santana para reassumir o baixo, mas Gustavo Mullem e Aldo Machado decidem não participar. Gustavo Mullem estava trabalhando no exterior e Aldo Machado tornou-se cristão e não desejava mais tocar com o Camisa.[1]
Para completar a banda, Marcelo Nova reúne metade do Camisa de Vênus original com metade da sua banda de apoio do álbum A Sessão sem Fim. Assim, completam a formação dois músicos antológicos do rock nacional, Luis Sérgio Carlini na guitarra solo e Franklin Paolillo na bateria, além de Carlos Alberto Calazans nos teclados, músico que acompanhava Marcelo Nova desde a sua saída do Camisa de Vênus.
Carlini havia sido o guitarrista do Tutti Frutti, a banda de Rita Lee nos anos 70 após a sua saída dos Mutantes e Paolillo tocou com Carlini no Tutti Frutti, participando do álbum Fruto Proibido, e também na formação original do Joelho de Porco.
Com esta nova formação o Camisa inicia uma série de shows e assina com a Polygram um contrato para o lançamento de 2 álbuns. Assim, ainda em 1995, gravam um show realizado no Aeroanta, em São Paulo, e lançam o álbum ao vivo Plugado!. O álbum teve boa repercussão, apresentando o Camisa para uma nova geração de fãs.
Para consolidar esta fase, no ano seguinte, a banda entra em estúdio para gravar o disco Quem É Você?. Este álbum conta com a participação de Eric Burdon, lendário vocalista do The Animals, dividindo os vocais com Marcelo Nova e, também, produzindo um cover de Don't Let Me Be Misunderstood. Além disto, conta também com a participação dos Raimundos na faixa Essa Linda Canção, que recebeu grande repercussão na MTV.
Após um ano em turnê, Marcelo Nova decide terminar com o Camisa de Vênus novamente e voltar com a sua carreira solo, no ano seguinte.
[editar]Reunião em 2004
Em janeiro de 2004, a banda se reúne para tocar na 6ª edição do Festival de Verão de Salvador e, também, para realizar outros shows. O Camisa se apresenta com Marcelo Nova, Karl Hummel e Gustavo Mullem, da formação original, e mais Lu Stopa no baixo, Johnny Boy nos teclados e guitarra adicional, e Denis Mendes na bateria como banda de apoio.
É gravado um DVD ao vivo com a apresentação do Camisa de Vênus no festival de verão que é lançado no mesmo ano. Ao fim do ano, o Camisa de Vênus volta a se separar.
[editar]Reunião em 2007
Em 2007, se reúnem para uma turnê com alguns shows pelo Brasil, e também gravam um DVD ao vivo a partir de um show em Divinópolis. Nesta reunião a banda é formada por Marcelo Nova, Karl Hummel, Robério Santana e Gustavo Mullem, da formação original, mais Luiz Carlini e Denis Mendes.
[editar]Sem Marcelo Nova
Agora em 2009, a banda anuncia a volta oficial, porém, não conta com a presença do vocalista Marcelo Nova, do baterista original Aldo Machado e nem do baixista Robério Santana. Ambos foram substituídos por Eduardo Scott (ex-Gonorréia) nos vocais, Louis Bear na bateria, e Jerry Marlon, no baixo. Recentemente, a banda lançou de forma independente a coletânea Mais Vivo do Que Nunca, com Scott interpretando os clássicos que foram eternizados na voz de Marcelo.



Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Itegrantes Atuais

Eduardo Scott: vocal.
Gustavo Mullem: guitarra solo.
Karl Hummel: guitarra base.
Jerry Marlon: baixo.
Louis Bear: bateria.

Discografia:
Álbuns de Estúdio
1983 - Camisa de Vênus
1985 - Batalhões de Estranhos
1986 - Correndo o Risco
1987 - Duplo Sentido
1996 - Quem É Você?

Ao Vivo
1986 - Viva
1995 - Plugado!

Compactos
1982 - Controle Total

Coletâneas
1988 - Liberou Geral
1990 - Bota pra F...
2000 - Pérolas - Camisa de Vênus
2001 - E-Collection - Camisa de Vênus & Marcelo Nova
2006 - Warner 30 Anos - Camisa de Vênus
2011 - Mais Vivo Do Que Nunca

Videografia
2004 - Ao Vivo - Festival de Verão Salvador
2007 - Ao Vivo em Divinópolis


Links:

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Camisa de Vênus - Correndo Risco (1986)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Correndo Risco

Ano:1986

Ficha Técnica:

Arranjo e regência / Teclados Adicionais - Armando Ferrante Junior
Cópias / Arregimentação - Sérgio Porto
Guitarra base e violão - Álvaro Gonçalves
Cordas - Violinos Elias Slon (Spalla), Jorge Izquerda, Audina Nunez, Germano, John Spindler, Tânia Camargo, Caetano Domingos, Alberta Jaffé
Violas - Newton Servulo, Michel Verebes, Alwin Delsner, Marcelo Jaffé
Cellos - Robert Svetholz, Julio Ortiz
Basso - Jorge Oscar
Flauta - 1o Toninho Carrasqueira / Rogério Zerlotti
Clarinete - Proveta ( Nailor)
Oboé - Kátia
Metais - Trumpete 1º Francês 2º Donizeti 3º Azevedo
Coral masculino - Clóvis, Paulinho, Rubens, Caio Flávio
Coral Feminino - Cláudia, Tânia, Cidinha, Vera
Produzido por - "Kemosabe" Pena Schmidt
Direção Artística - Liminha
Gravado em Agosto / Setembro, 1986, no estúdio RAC – São Paulo
Engenheiro de Gravação e Mixagem – Ricardo Franja Carvaleira
Assistentes – Mica, Cacá e Walter
Concepção da capa - Marcelo Nova
Direção de arte – CVS
Fotos – Bob Wolfenson
Produção de figurino – Teca Costa Neto

Release Álbum:

Correndo o Risco foi o terceiro álbum de estúdio da banda brasileira Camisa de Vênus e o primeiro lançado pela WEA, em 1986. Este trabalho marca uma fase mais madura da banda, apresentando arranjos mais elaborados.

Foi o álbum mais vendido da banda[2] e rendeu três compactos: Simca ChambordSó o Fim e Deus me Dê Grana, todas possuindo videoclipes. O disco conta também com uma versão de Ouro de Tolo, cover de Raul Seixas, e com uma faixa inteiramente orquestrada chamada A Ferro e Fogo. Na época foi dito que esta canção daria o nome do trabalho, e somente não foi por causa de um álbum da banda de heavy metal Harpia, que lançou no mesmo ano um álbum com este nome.
Tracks:



01 - Simca Chambord
02 - Mão Católica
03 - Morte Ao Anoitecer
04 - Deus Me Dê Grana
05 - Ouro De Tolo
06 - Só O Fim
07 - O Que É Que Eu Tenho De Fazer?
08 - Tudo Ou Nada
09 - A Ferro E Fogo

[Download]

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Camisa de Vênus - Viva (1986)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Viva

Ano:1986

Formação:
Marcelo Nova - vocal
Karl Hummel - guitarra base
Gustavo Mullem - guitarra solo
Robério Santana - baixo
Aldo Machado - bateria

Ficha Técnica:
Produzido por - Pena Schmidt e Camisa de Vênus
Gravado no Caiçara Music Hall - Santos SP - 08 Março 1986
Som - Roberto Ramos
Instrumentos - Baca
Gravação - Unidade Móvel "Nas Nuvens"
Engenharia de Gravação - Pena Schimidt e Ricardo Garcia
Assistente - Arthur Bello
Mixagem - Estúdio Mosh
Engenheiro - Ricardo Franja Carvalho
Assistente - Luis Paulo e Rui
Capa - Isabelle Van Oost
Foto - Rui Mendes

Release Álbum:

André Midani (diretor da gravadora WEA, na época) assistiu a um show da banda e, impressionado, foi ao camarim perguntar o que ele tinha de fazer para "contratar aquele insulto". A banda percebe que poderia ter liberdade para fazer o que realmente desejava na gravadora de Midani e acerta a realização de um álbum ao vivo gravado a partir de um show da turnê de 1986, que seria produzido por alguém indicado pelo diretor, como forma de encerrar o contrato que tinham com o selo RGE.Pena Schmidt acabou sendo o indicado, iniciando uma parceria que duraria até o fim do Camisa de Vênus em 1987 (apesar que ele acabaria produzindo ainda o primeiro disco da carreira solo de Marcelo Nova)

Como já tinha alguma experiência com músicas suas sendo censuradas[4], Marcelo Nova decide, aproveitando a redemocratização em 1985, não enviar o álbum à apreciação da Censura. O álbum foi lançado em meados de 1986 e, quando já encontrava-se com cerca de 40 mil cópias vendidas, foi recolhido pela Polícia Federal por ordens da Censura. O próprio Marcelo Nova presenciaria a ação da Polícia Federal enquanto olhava as novidades em uma loja de discos de São Paulo.

Após este episódio, o álbum teve oito de suas dez músicas censuradas por conterem linguagem inapropriada. Entretanto, apesar da proibição de execução radiofônica e, talvez, devido ao impulso conseguido com as notícias da censura do álbum, suas vendas atingem a marca de 180 mil.[4] É o segundo álbum ao vivo mais vendido do rock nacional dos anos 80, só perdendo para o disco Rádio Pirata Ao Vivo, do RPM

Em 1992, o álbum foi relançado em CD, entretanto foi retirada a música Rotina, bem como foi cortado o discurso que Marcelo Nova fazia antes de Silvia, em "homenagem" ao Dia Internacional da Mulher (o show ocorreu no dia 08 de março de 1986).

Foram adicionadas faixas como bônus, entretanto elas são apenas as versões de estúdio já presentes no primeiro e no segundo álbum da banda.

Tracks:
01. Eu Não Matei Joana D'Arc
02. Hoje
03. Homem Forte
04. Solução Final
05. Rotina
06. My Way
07. Bete Morreu
08. Silvia
09. Metástase
10. O Adventista

[Download]

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