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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Modus Operandi: Coletânea 2000\2014 _ (2014)

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Banda: Modus Operandi

Gênero: Pós Punk\Experimental

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: Coletânea 2000\2014

Ano: 2014

Formação Atual:
David Vertigo (Vocal-Sintetizador)
Henrique Letárgico (Contrabaixo)
Marcos (Sucatas, Furadeira e outros efeitos)
Eduardo (Bateria)

Tracks:
01-Acid Ent
02- Genocídio
03- Vazio
04- Canção de Ninar
05- Homem Sem Sombra
06- Kalil Gibran
07- Cksvlx
08- Jaziguo Perpétuo
09- Mkqvynks
10- Prxcysskx

Links:
Myspace
Blog Oficial
Facebook
Tnb

Produzido e Distribuído por Modus Operandi | Salvador\Bahia

Contatos para adiquiri o CD:
Email: modusoperandi4@yahoo.com.br
Telefone: (71) 8807-3040 (David)
(71) 8181-4102 claro (Henrique)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Latromodem - III (2014)

Um comentário:

Banda: Latromodem

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Pós Punk 80'

Álbum: III

Ano: 2014

Formação:
Andre Araújo: Letras, Sample, Guitarra e Voz
Allan Praman: Guitarra, Letras

Tracks:
01. Os dias sem paz
02. Manhã de um funeral (Verbatim)
03. Fuga
04. Eutanásia
05. Já nem sei
06. O dia de chegar
07. Sincero
08. Não estamos sós

Contato: 
Fone:71-8863-1360 /71- 9246-6363
latromodemoficial@hotmail.com 

( Clique na Imagem p Download)

Links:

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Diabeth: Pós Punk (Feira de Santana \ Bahia)

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Release:
DIABeth surgiu desde que a ideia de formar uma banda passou pela cabeça da vocalista Leinne. Não tinha nome nem formato, apenas rabiscos no caderno. Os anos foram passando e deles só sobraram experiências rabiscadas. Até que ela conheceu a cena underground feirense e com isso foi conhecendo pessoas que tinham o interesse de formar uma banda. Mas de interesse por interesse, desistências por desistência, éis que surge a DIABeth (nome que surgiu a partir de um de seus rabiscos que contava a história de uma personagem fictícia de nome Beth, que passou a viver e incomodar, daí DIABeth é um nome ambíguo que representa o "dia" que Beth despertou para a vida e o apelido que ela recebeu dos vizinhos e de todos que se incomodaram com o seu despertar, (que era a junção de DIABO+BETH= DIABeth). Vel se prontificou a tocar bateria na banda, daí, por falta de baixista e por considerar mais fácil encontrar um guitarrista ela arranjou um baixo e passou a tocar, até que o guitarrista foi embora, já que ele tinha outros projetos e então ela convidou seu irmão Nedo para que revesasse baixo e guitarra, mas isso não durou. Então acabou que Vel indicou Vitor, que inclusive toca em outras bandas da cidade, e ele aceitou. Então a banda tenta seguir com essa formação. O estilo da banda passeia passeia entre o Rock and Roll Nacional e Internacional, pós e horror punk, mas sempre experimentando acrescentar sons inesperados, como a Stand By Me do Ben E. King. Não se trata de uma banda cover, apesar de abrir espaço para algumas músicas das vertentes citadas.

Banda: Diabeth

Origem: Feira de Santana \ Bahia

Gênero: Rock n Roll \ Pós Punk \ Horror Punk

Formação Atual:
Leinne (voz e guitarra)
Vel (Bateria)
Vitor (baixo)

Links:



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Latromodem: Pós Punk (Salvador\Bahia)

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Release:
A Latromodem, um projeto do músico soteropolitano André Araújo, teve o seu início no ano de 2009, tendo em sua formação o Robson “Sinistro” no vocal e André Araújo na guitarra, samples e programações. Uma parceria que deu origem a dois álbuns, um gravado no final de 2009 intitulado “11 ONZE” e o outro no meado de 2010 que se chama “ELIZABETH”.
Participou de muitos eventos importantes como o “DARKTRONIC LIVE!” em sua 12ª edição, o “GOTH-O-RAMA”, “CASTELO DAS SOMBRAS” – no Castelo do Alemão na Paraíba - e diversos outros eventos fora do Estado. 

Com a saída do Robson “Sinistro” do projeto, a Latromodem ficou congelada por quase dois anos, retornando agora para lançar músicas inéditas. Um single chamado “ANTES DO FIM” que são b-sides de autoria do André Araújo, que pode se dizer, são “quase” autobiográficas. 
Não vamos falar (pelo menos por enquanto) em nova formação da banda, pois ainda existem alguns caminhos a serem tomados, muita coisa repensada, decidida e etc. Mas uma coisa vocês podem ter certeza: o som e a essência continuarão os mesmos! 

Por enquanto isso resume e explica algumas coisas...eu acho (risos)
No mais, agradecemos aos nossos amigos e fãs, à todos que se empenham para divulgar não só a Latromodem, mas a cena “alternativa” (se esse for o termo correto) e a boa música do Brasil.
Nota: 
Confira a música “Já Nem sei” (André Araújo – Latromodem 2013) que faz parte do single “Antes do Fim”.
Onde posso encontrar?  -  Nas lojas de som alternativo de Salvador.
Quanto custa?  -  Será trocado por 1 quilo de alimento (na própria loja)
que será doado em instituições carentes de Salvador.

Banda: Latromodem

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Pós Punk 80'

Formação:
Andre Araújo: Letras, Sample, Gutarra e Voz

Contato: 
Fone:71-8863-1360 /71- 9246-6363
latromodemoficial@hotmail.com 

Links:

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cidadão Dissidente - Antigas Novidades & Novidades Antigas (2012)

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Release:
Lançamento virtual desse ótimo álbum da Cidadão Dissidente pela Brechó Discos com 12 balas na agulha.. Pra quem ainda não teve o prazer de conhecer a banda essa é uma boa oportunidade.. DOWNLOAD JÁ !!!

Banda: Cidadão Dissidente

Origem: Feira de Santana\Bahia

Gênero: Punk\Pós Punk

Álbum: Antigas Novidades & Novidades Antigas

Ano: 2012

Formação:
Egberto Insano : Vocal
Thiago Braz : Guitarra
Igor Santos : Baixo
Vitor Rash : Bateria

Tracks:
01- Entorpeço-me
02- Anjo Atormentado
03- Vozes
04- Flores na Cidade
05- No silêncio da Noite
06- A Jaula de Aula
07- Teorias de Amor e de Guerra
08- Sombras
09- Inferno Mental(Bônus- Demo 2007)
10- Ninho de Cobras(Bônus-Demo 2007)
11- Mais Forte que o Sangue(Bônus- Demos 2010)
12- No Silêncio da Noite(Bônus- Demo 2010)


Links:

Contato:
cidadao_dissidente@hotmail.com



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Declinium: Indie Rock (Camaçari\Ba)

Um comentário:

Release:
Com influência do pós-punk que definiu boa parte do rock alternativo do fim dos anos 90, a Declinium já completou sua primeira década de história no underground baiano.
O rock melancólico e de pouca distorção tem um tom levemente sombrio nas canções do quarteto de Camaçari. Cruzamentos entre Echo & The Bunnymen e Legião Urbana, vertente nacional dessa época, são algumas guias do que se encontra nas músicas.

Banda: Declinium

Gênero: Indie Rock\Pos Punk

Origem: Dias Dávila\Camaçari

Formação:
Oreah: baixo e voz
Jair Guimarães: guitarra,teclado e voz
Franco L.:guitarra e voz
Ericson França: bateria e voz
Edvaldo Filho: guitarra , voz

Links:

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Modus Operandi - Comunicáveis / YNCXMVNYCKVWYS (2010)

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Release Álbum:

O ano nem sequer chegou à metade, mas já tenho o meu candidato a melhor lançamento de rock de 2010, por essas plagas. Levo em conta o marasmo que tem dominado a cena soteropolitana, onde as bandas que ocupam o mainstream (se é possível chamar assim) estão em recesso, ou apenas requentando trabalhos antigos,e algumas outras, pouco têm acrescentado, em termos de inovação, ao cenário local. A Modus Operandi, banda na estrada há mais de uma década, acaba de lançar dois cds, que, devido ao conceito, podem ser considerado partes de um mesmo trabalho. E a inovação já começa desde a apresentação das bolachinhas: "Comunicáveis" vem embalado num envelope de carta, com título impresso em Braile. Já o cd chamado Incomunicáveis, vem acondicionado numa chapa de alumínio, com o inintelígível título "Yncxmvnyckvwys".

À grosso modo, podemos dizer que a Modus Operandi é uma banda de rock industrial, porém, esse rótulo, faz jus apenas à essência da sonoridade do grupo. Nesse novo trabalho, a banda amplia o leque de referências, que vão desde as mais óbvias - como a banda alemã Einsturzende Neubaten - às mais surpreendentes, como a literatura filosófica do autor libanês Gibran Khalil Gibran. Mas, na caldeira industrial onde é processado o som da Modus, ouvimos ecos de punk rock clássico, como nas faixas "28" (com exatos 28 segundos), e na pulsante "Casulo". Também há espaço para músicas com nuances mais soturnas, como a climática "Procissão", e a sorumbática "Jazigo Perpétuo".

Assim como no trabalho anterior, "h... estereo...", a Modus continua flertando fortemente com a psicodelia, que fica bem evidente na super-elaborada "InstruMENTAL". Isso tudo, sem abandonar o experimentalismo - marca indelével da banda - que aqui, chega ao ápice na deliciosamente intragável "Duelo de Ratos", que tem a letra declamada, à guisa de um trovador desesperado.

Quando uma banda veterana, como a Modus Operandi, é responsável por causar uma sensação de novidade, de inventividade no rock, mesmo que em âmbito local, podemos afirmar que estamos diante de algo sintómatico. De uma lado, revela uma certa apatia na cena, e, de outro, deixa claro que, o alheamento da mídia e dos produtores, pode até atrapalhar, mas não impede que um trabalho de qualidade prevaleça.

E, parafraseando Nando Reis - que disse que tinha pena de quem não conhecia o Cascadura - eu digo: tenho pena de Nando Reis, e de quem não conhece a Modus Operandi!

Resenha por: Subcomandante Marcus
hdramone@hotmail.com


Banda: Modus Operandi

Gênero: Pós Punk\Experimental

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: Comunicáveis / YNCXMVNYCKVWYS (2Cds)

Ano: 2010

Integrantes:
David Vertigo (Vocal-Sintetizador)
Henrique Letárgico (Contrabaixo)
Marcos (Sucatas, Furadeira e outros efeitos)
Eduardo (Bateria)

Tracks:

Comunicáveis
01-Kahlil Gibran
02- Jazigo Pérpetuo
03- Instrumental
04- 28

INCXMVNYCKVWYS
05- Cksvlx
06- Dvwlx Dw Rktxos
07- Mkqvynks
08- Prxcysskx

Links:
Myspace
Blog Oficial
Facebook
Tnb

Contatos para adiquiri o CD:
Email: modusoperandi4@yahoo.com.br
Telefone: (71) 8807-3040 (David)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cidadão Dissidente: Pós Punk (Feira de Santana\Bahia)

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Release:
_No final do ano de 2007 , um ano após darmos inicio ao nosso trabalho musical , gravamos o nosso 1º ensaio demo , era pra ser apenas um simples material de divulgação , mais rapidamente esse trabalho , embora bastante amador !! , teve uma surpreendente repercussão na nossa cidade e região , logo em seguida no ano de 2008 , começamos a fazer as nossas primeiras apresentações fora de nossa cidade ,a exemplo de cidades como : Dias D'ávila/BA , Monte Santo/BA , Santo Estevão/BA , Camaçari/BA entre outras . Estas apresentações causaram tanto impacto , que neste mesmo ano , antes de completarmos dois anos de banda , fomos convidados , e tivemos a grande honra de abrir um show para as bandas MATANZA e CASCADURA ...
 Logo no ano seguinte , em 2009 mais uma vez fomos convidados para abrir um show de outra banda classica da historia do Rock brasileiro , desta vez fora de nossa cidade , na cidade de Simões Filho/BA , nós abrimos o show de 30 anos da banda CÓLERA !! , neste meio tempo , tambem fizemos varias outras apresentações dentro e fora de nossa cidade ... Bem não entrou 2010 , e sentimos a necessidade de gravarmos novos materiais com novas musicas , já que tinhamos novos trabalhos ja conhecidos pelo nosso publico devido apresentações em shows , porem sem nenhuma gravação !!! ..
 Então resolvemos lançar o nosso segundo material de gravação , o EP "No silêncio Da Noite" , e dois meses depois lançamos mais um novo material , o Single "Anjo Atormentado" , esse ultimo q tambem nos levou a rodarmos o nosso primeiro Videoclipe oficial gravado , interpretado e dirigido por alunos da faculdade de cinema Anhembi Morumbi / SP ... ainda no ano de 2010 , fomos convidados para tocar em nosso primeiro show envolvendo uma banda internacional , a FALSOS CONEJOS (ARGENTINA) ; Bem não começou 2011 , novamente fomos convidados a tocar fora da nossa cidade , tocamos no FESTIVAL DE MUSICA DA CIDADE DE SERRA PRETA/BA , um festival de dois dias de duração , com varias atrações de varios estilos musicais diferentes .... Sabemos que 4 anos de um trabalho musical na estrada são muitos Km rodados !! , porem tambem sabemos que é apenas o começo da estrada !!!

Banda: Cidadão Dissidente

Origem: Feira de Santana\Bahia

Gênero: Punk Rock\Post Punk\Rock n Roll

Formação:
Egberto Insano : Vocal
Thiago Braz : Guitarra
Igor  : Baixo
Vitor : Bateria

Discografia:
Fotografias da minha cidade (2007) Demo
No Silêncio da Noite (2010) EP
Anjo Atormentado (2010) Single
Antigas Novidades & Novidades Antigas (2012) CD

Links:

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Pretexto : Hardcore Punk (Camaçari\Bahia)

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Release:
"Nascida na cidade de Camaçari EM 2006. A BANDA PRETEXTO surgiu quando Fabio recebeu o convite de sua irmã Leilane  para montar a Banda. convidaram também o amigo skilo na Batera e o maicon para a outra guitarra Hoje a Formação conta Leilane no Contrabaixo e Vocal além de Compositora Fabio na Guitarra e Skilo na Batera e Geninho nos Violinos. Suas letras autorais falam da proprias ideias, situações cotidianas e criticas sociais Sempre unidos e com o ideal de se divertir e levar o sonho adiante
A Pretexto tem como influencias MXPX ,Clash , Dogwood, Dead Fish ,Flyleaf, The Distillers e muito muito mais.
A banda encontra-se em fase de gravação do seu primeiro Cd ainda sem título.. Mas já foram gravados sessões de guitarra e bateria... O cd está previsto p sair no começo de 2013.. Ficaremos no aguardo !!

Banda: Pretexto

Gênero: Punk, Pós Punk, Hardcore

Origem: Camaçari\Bahia

Formação:
Ludsom: Bateria

Links:

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Camisa de Vênus: Rock n Roll (Salvador\Bahia)

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Logo:


Release 


Camisa de Vênus é uma banda de rock brasileiro que foi formada em Salvador em 1980 e encontra-se em atividade até hoje. Fez grande sucesso no cenário brasileiro dos anos 80, sendo uma banda tida como mais "suja" do que as outras pelo seu nome (na época era muito utilizado como sinônimo de preservativo) e pelos palavrões nas letras. Suas principais músicas são Bete Morreu, Eu Não Matei Joana D'Arc, Simca Chambord, Deus Me Dê Grana e Só O Fim.

História

A banda foi formada em 1980 quando Marcelo Drummond Nova, que trabalhava na rádio Aratu em Salvador, conheceu Robério Santana, que trabalhava na TV Aratu.[1] Conversando sobre música os dois descobriram que tinham gostos em comum e decidiram montar uma banda. Marcelo Nova seria o vocalista e Robério Santana o baixista. Robério resolveu chamar seu amigo Karl Franz Hummel para assumir a guitarra base e este, por sua vez, chamou seu amigo Gustavo Adolpho Souza Mullem para tocar bateria.[2] Se juntou ao grupo o guitarrista solo Eugênio Soares.
Nos ensaios, as pessoas que compareciam diziam que o som da banda era muito incômodo. Por isso, Marcelo Nova sugeriu o nome de Camisa de Vênus, por achar preservativo uma coisa muito incômoda.[3]
Após duas apresentações em Salvador, Eugênio Soares sai do grupo e Gustavo Mullem, que queria tocar guitarra solo, chama Aldo Pereira Machado para assumir a bateria.[2] Esta seria a formação que tocaria junta até o primeiro fim da banda, em novembro de 1987.
Com a realização de alguns shows na capital baiana, uma pequena gravadora local, chamada NN Discos, se interessa pela banda e chama-os para gravarem um compacto, com a possibilidade de gravarem um álbum.[1] A banda grava duas músicas em Salvador: Controle Total e Meu Primo Zé. O lado A continha uma música "chupada" de Complete Control do The Clash, mas com uma letra que falava da vida na Bahia. Já o lado B era composto de uma versão da música My Perfect Cousin do The Undertones. O compacto foi lançado em julho de 1982.
Após o compacto, a gravadora decide dar a oportunidade deles gravarem um álbum. Entretanto, com o sucesso de outras bandas do incipiente rock nacional dos anos 80 - o primeiro compacto da Blitz é de 1982, assim como o dos Paralamas do Sucesso e o do Kid Abelha, a Som Livre se interessa em lançar nacionalmente o álbum. Então, Marcelo Nova é chamado para uma reunião com os executivos da gravadora Som Livre, Heleno de Oliveira e João Araújo, pai de Cazuza. Neste encontro, eles expõem um "problema" para Marcelo Nova: o nome da banda atrapalharia a divulgação do primeiro trabalho (nos jornais o Camisa de Vênus era tratado como "Camisa de…"). Eles sugeriram que o nome fosse trocado por outro "melhor". Marcelo Nova diz que aceitaria a troca de nome e propõe que o novo nome seja "Capa de Pica".[1]
Esta reunião selaria o destino do Camisa de Vênus na gravadora Som Livre e o seu primeiro álbum homônimo, lançado em 1983, teria a distribuição prejudicada. O álbum continha a música Bete Morreu, que faria sucesso nacionalmente, mas que, pouco tempo depois, teria a sua execução radiofônica proibida em todo o território nacional pela Censura.[4]
Após o lançamento, a banda fica quase um ano sem gravadora, mas acaba assinando com a RGE. Assim, em 1985, sai o segundo álbum da banda, chamado Batalhões de Estranhos. O disco traz uma banda mais madura e com melhores recursos de estúdio à sua disposição, o que proporciona a realização de um som mais polido e menos agressivo. O segundo álbum da banda traz mais um sucesso radiofônico, Eu Não Matei Joana D'Arc e eles saem novamente em turnê.
[editar]Mudança de Gravadora
Ao assistir um show da banda, André Midani (diretor da gravadora WEA, na época) vai ao camarim da banda perguntar o que ele precisava para "contratar aquele insulto". Fica acertado então que o Camisa de Vênus lançaria um álbum com o registro ao vivo de um show da turnê, produzido por Pena Schmidt e lançado ainda pelo selo RGE.[5] Ao analisar o material, eles decidem lançar um show em Santos, realizado no dia 8 de março.
Marcelo Nova, que já tinha experiência de músicas censuradas, decide não enviar o álbum à apreciação da Censura, que continuava em vigor apesar do fim da ditadura militar. O álbum Viva foi lançado em 1986 e, quando estava com cerca de 40 mil cópias vendidas foi recolhido pela Polícia Federal por ordens da censura. O próprio Marcelo Nova presenciou cópias de seu disco sendo recolhidas em São Paulo.[4]
Após este episódio, o álbum teve oito de suas dez músicas censuradas por conterem linguagem inapropriada. Entretanto, com a volta às vendas, apesar da proibição de execução radiofônica e, talvez, devido ao impulso conseguido com as notícias da censura do álbum, suas vendas atingem a marca de 180 mil.[5]
Ainda em 1986, entram em estúdio novamente e gravam o álbum Correndo o Risco, o primeiro pela gravadora Warner. O álbum é produzido por Pena Schmidt continuando a parceria que se encerraria apenas com o fim da banda. Ele vende 300 mil cópias e a música Só O Fim torna-se a mais tocada nas rádios naquele ano.[1] Além da já citada, são destaques do álbum as músicas Simca Chambord e Deus Me Dê Grana.
[editar]Término da banda
Após mais uma turnê, a banda se reúne em estúdio para gravar um novo álbum. Chamam Raul Seixas para uma participação, o que resulta na composição e gravação de Muita Estrela, Pouca Constelação. Marcelo Nova e o Camisa de Vênus conheciam Raul desde uma apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro em 1984, quando foram informados que Raulzito viria vê-los e acabaram tocando uma seleção de covers de clássicos do Rock.[6]
Assim, em outubro de 1987, lançam o primeiro álbum duplo do rock nacional, Duplo Sentido. A recepção ao álbum é inferior ao último, talvez em reflexo do grande número de músicas. Apesar disto, as vendas somam cerca de 40 mil, mesmo sem uma grande turnê de divulgação.
Desde o disco anterior da banda, Marcelo Nova vinha pensando em sair para seguir novos rumos.[1] Também as relações entre os membros estavam desgastadas pelos vários anos de convivência.[1] Então, logo após o lançamento deste álbum, ele anuncia à banda que estava deixando o grupo para seguir carreira solo, mas que eles poderiam continuar se quisessem. Entretanto, os demais membros decidem encerrar a carreira do grupo.[1]
[editar]Volta em 1995
Em meados de 1995, Karl Hummel ligou para Marcelo Nova querendo voltar com a banda. Para convencer Marcelo Nova disse que tinha ouvido outro dia na TV que o Skank era a "nova sensação do rock nacional" e que, por isso, eles precisavam voltar.[5] Eles chamam Robério Santana para reassumir o baixo, mas Gustavo Mullem e Aldo Machado decidem não participar. Gustavo Mullem estava trabalhando no exterior e Aldo Machado tornou-se cristão e não desejava mais tocar com o Camisa.[1]
Para completar a banda, Marcelo Nova reúne metade do Camisa de Vênus original com metade da sua banda de apoio do álbum A Sessão sem Fim. Assim, completam a formação dois músicos antológicos do rock nacional, Luis Sérgio Carlini na guitarra solo e Franklin Paolillo na bateria, além de Carlos Alberto Calazans nos teclados, músico que acompanhava Marcelo Nova desde a sua saída do Camisa de Vênus.
Carlini havia sido o guitarrista do Tutti Frutti, a banda de Rita Lee nos anos 70 após a sua saída dos Mutantes e Paolillo tocou com Carlini no Tutti Frutti, participando do álbum Fruto Proibido, e também na formação original do Joelho de Porco.
Com esta nova formação o Camisa inicia uma série de shows e assina com a Polygram um contrato para o lançamento de 2 álbuns. Assim, ainda em 1995, gravam um show realizado no Aeroanta, em São Paulo, e lançam o álbum ao vivo Plugado!. O álbum teve boa repercussão, apresentando o Camisa para uma nova geração de fãs.
Para consolidar esta fase, no ano seguinte, a banda entra em estúdio para gravar o disco Quem É Você?. Este álbum conta com a participação de Eric Burdon, lendário vocalista do The Animals, dividindo os vocais com Marcelo Nova e, também, produzindo um cover de Don't Let Me Be Misunderstood. Além disto, conta também com a participação dos Raimundos na faixa Essa Linda Canção, que recebeu grande repercussão na MTV.
Após um ano em turnê, Marcelo Nova decide terminar com o Camisa de Vênus novamente e voltar com a sua carreira solo, no ano seguinte.
[editar]Reunião em 2004
Em janeiro de 2004, a banda se reúne para tocar na 6ª edição do Festival de Verão de Salvador e, também, para realizar outros shows. O Camisa se apresenta com Marcelo Nova, Karl Hummel e Gustavo Mullem, da formação original, e mais Lu Stopa no baixo, Johnny Boy nos teclados e guitarra adicional, e Denis Mendes na bateria como banda de apoio.
É gravado um DVD ao vivo com a apresentação do Camisa de Vênus no festival de verão que é lançado no mesmo ano. Ao fim do ano, o Camisa de Vênus volta a se separar.
[editar]Reunião em 2007
Em 2007, se reúnem para uma turnê com alguns shows pelo Brasil, e também gravam um DVD ao vivo a partir de um show em Divinópolis. Nesta reunião a banda é formada por Marcelo Nova, Karl Hummel, Robério Santana e Gustavo Mullem, da formação original, mais Luiz Carlini e Denis Mendes.
[editar]Sem Marcelo Nova
Agora em 2009, a banda anuncia a volta oficial, porém, não conta com a presença do vocalista Marcelo Nova, do baterista original Aldo Machado e nem do baixista Robério Santana. Ambos foram substituídos por Eduardo Scott (ex-Gonorréia) nos vocais, Louis Bear na bateria, e Jerry Marlon, no baixo. Recentemente, a banda lançou de forma independente a coletânea Mais Vivo do Que Nunca, com Scott interpretando os clássicos que foram eternizados na voz de Marcelo.



Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Itegrantes Atuais

Eduardo Scott: vocal.
Gustavo Mullem: guitarra solo.
Karl Hummel: guitarra base.
Jerry Marlon: baixo.
Louis Bear: bateria.

Discografia:
Álbuns de Estúdio
1983 - Camisa de Vênus
1985 - Batalhões de Estranhos
1986 - Correndo o Risco
1987 - Duplo Sentido
1996 - Quem É Você?

Ao Vivo
1986 - Viva
1995 - Plugado!

Compactos
1982 - Controle Total

Coletâneas
1988 - Liberou Geral
1990 - Bota pra F...
2000 - Pérolas - Camisa de Vênus
2001 - E-Collection - Camisa de Vênus & Marcelo Nova
2006 - Warner 30 Anos - Camisa de Vênus
2011 - Mais Vivo Do Que Nunca

Videografia
2004 - Ao Vivo - Festival de Verão Salvador
2007 - Ao Vivo em Divinópolis


Links:

sábado, 30 de junho de 2012

Modus Operandi - h...estereo... [2008]

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Banda: Modus Operandi

Gênero: Pós Punk\Experimental

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: h...estereo...

Ano: 2008

Integrantes:
David Vertigo (Vocal-Sintetizador)
Henrique Letárgico (Contrabaixo)
Marcos (Sucatas, Furadeira e outros efeitos)
Eduardo (Bateria)

Tracks:

01- Descontrução
02- Vazios de Palavras e Instintos
03- Canção de Ninar
04- Inimigos
05- Sonâmbulos
06- Homem sem Sombra
07- Escotomas Cintilantes
08- Eu sou o Rio (Black Future)

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Camisa de Vênus - Correndo Risco (1986)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Correndo Risco

Ano:1986

Ficha Técnica:

Arranjo e regência / Teclados Adicionais - Armando Ferrante Junior
Cópias / Arregimentação - Sérgio Porto
Guitarra base e violão - Álvaro Gonçalves
Cordas - Violinos Elias Slon (Spalla), Jorge Izquerda, Audina Nunez, Germano, John Spindler, Tânia Camargo, Caetano Domingos, Alberta Jaffé
Violas - Newton Servulo, Michel Verebes, Alwin Delsner, Marcelo Jaffé
Cellos - Robert Svetholz, Julio Ortiz
Basso - Jorge Oscar
Flauta - 1o Toninho Carrasqueira / Rogério Zerlotti
Clarinete - Proveta ( Nailor)
Oboé - Kátia
Metais - Trumpete 1º Francês 2º Donizeti 3º Azevedo
Coral masculino - Clóvis, Paulinho, Rubens, Caio Flávio
Coral Feminino - Cláudia, Tânia, Cidinha, Vera
Produzido por - "Kemosabe" Pena Schmidt
Direção Artística - Liminha
Gravado em Agosto / Setembro, 1986, no estúdio RAC – São Paulo
Engenheiro de Gravação e Mixagem – Ricardo Franja Carvaleira
Assistentes – Mica, Cacá e Walter
Concepção da capa - Marcelo Nova
Direção de arte – CVS
Fotos – Bob Wolfenson
Produção de figurino – Teca Costa Neto

Release Álbum:

Correndo o Risco foi o terceiro álbum de estúdio da banda brasileira Camisa de Vênus e o primeiro lançado pela WEA, em 1986. Este trabalho marca uma fase mais madura da banda, apresentando arranjos mais elaborados.

Foi o álbum mais vendido da banda[2] e rendeu três compactos: Simca ChambordSó o Fim e Deus me Dê Grana, todas possuindo videoclipes. O disco conta também com uma versão de Ouro de Tolo, cover de Raul Seixas, e com uma faixa inteiramente orquestrada chamada A Ferro e Fogo. Na época foi dito que esta canção daria o nome do trabalho, e somente não foi por causa de um álbum da banda de heavy metal Harpia, que lançou no mesmo ano um álbum com este nome.
Tracks:



01 - Simca Chambord
02 - Mão Católica
03 - Morte Ao Anoitecer
04 - Deus Me Dê Grana
05 - Ouro De Tolo
06 - Só O Fim
07 - O Que É Que Eu Tenho De Fazer?
08 - Tudo Ou Nada
09 - A Ferro E Fogo

[Download]

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Almas Mortas - Canções de Ódio, Amor e Morte (2001)

Um comentário:

Banda: Almas Mortas

Gênero: Pós Punk\Gótico

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: Canções de Ódio, Amor e Morte

Ano: 2001

Integrantes:
Shocker - Bateria
Longshot - Baixo
Bruno Oliveira: Baixo
Letárgico - Voz, Guitarra e Solos
C.J. - Voz
Sinistrum - Voz, Teclados

Tracks:
01 - (Intro) Carta ao Senhor \ Sob Pressão
02 – Videira da Morte
03- O Observador
04- Rei dos Condenados
05- Almas Mortas
06-Nômade
07- Frias Mãos Pálidas
08- Amor de Outono
09- Ponto de Vista
10- Medo
11- Carta ao Senhor (Parte2)




terça-feira, 8 de maio de 2012

Modus Operandi: Pós Punk Experimental (Salvador\Bahia)

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Release:
Formada no ano de 1996 inicialmente por David (contrabaixo, vocais), Igor (percussão metálica), Rodrigo e Rubem (guitarras) além de Veimar (bateria), a Modus Operandi sempre esteve voltada à fusão de estilos musicais até então inexplorados em Salvador como o Pós Punk e o Industrial.

Embora desconhecida do grande público, a M.O. obteve um reconhecimento tardio graças à propaganda boca a boca e a suas performances “sui generis” (conseqüência em parte da utilização de chapas de metal e furadeira como instrumentos musicais). A partir de1998 a banda passa a se apresentar como convidada em diversos eventos na Bahia e em outros estados, tais como: Festival de Música do Teatro do SESI, Arraiá do Rock, II Rock Agosto etc.; que ajudariam a cultivar a fama de banda estranha, porém dotada de uma personalidade musical ímpar.
No ano de 2000, abanda decide abandonar de vez a configuração básica de uma banda de rock tradicional (guitarra-baixo-bateria) e parte para um som mais experimental, que após várias trocas de formação terminou por estabilizar-se com o vocalista David assumindo o sintetizador, Henrique “Letárgico” (contrabaixo), Marcos (sucatas, furadeira, e outros efeitos) e Eduardo (bateria). Abolindo o uso da guitarra e substituindo-a pela furadeira, utilizando-se de um contrabaixo “mutante” graças ao uso de distorção e efeitos, mesclando influências díspares, que graças ao entrosamento dos seus componentes soam coesas, vindas de artistas como: Einstuerzende Neubauten, Pere Ubu, Stooges, Cabaret Voltaire, Ministry, Bauhaus, The Fall, PIL, The Young Gods, etc. e também de bandas nacionais como: Kafka, Vzyadoq Moe, Smack, Treblinka, Meio Homem, etc.

Em 2003 recebe o prêmio de “Melhor Arranjo” e menção especial pela letra da música “Acid Ent” no Festival de Música do Teatro do SESI - Rio Vermelho. Em 2004 obteve a premiação do primeiro lugar no Festival de Música dos Correios, com a música “Visões”. Em2008, abanda é convidada a participar do maior evento gótico/pós punk do Brasil, o Woodgothic Festival. Realizado nos dias 02 e 03 de Maio e reunindo músicos de todo o país, a Modus é reconhecida como banda revelação pelo público, retornando ao festival na segunda edição, em 2010. Neste ano, a Modus toca pela primeira vez em São Paulo, abrindo o inédito show da banda belga de EBM The Klinik, numa produção do Projeto Ferro Velho, assim como participa da gravação do DVD da lendária banda Paulista Das Projekt na comemoração dos 14 anos da produtora Deepland. Em Salvador, toca no Darktronic Live, o maior festival de Gothic Rock/Pos Punk do Nordeste, realizado no Pelourinho, e contando com as bandas Plastique Noir, Days Are Nights, Orquídeas Francesas, entre outras.

Gótico, Industrial, Pós Punk, Robot Rock, Psicodélica... Muitos são os adjetivos para descrever a sonoridade monolítica da Modus Operandi, mas a melhor definição será dada pelo próprio ouvinte! Conheça...

Banda: Modus Operandi

Gênero: Pós Punk Experimental

Origem: Salvador\Bahia

Formação Atual:
Eduardo 'deus' – Bateria\Percussão
Marcos “Tripah” Sampaio – Furadeiras\Sucatas.
Henrique Letárgico- Contrabaixo
David “Vertigo” – Sintetizadores\Voz.

Discografia e Coletâneas:
Introdução (Cassete - 1998)
Radio-Graphia (CD - 2000)

h...estereo... (CD – 2008)
Comunicáveis / YNCXMVNYCKVWYS (2 CD’s – 2010)
BOAS...NOVAS (Coletânea com diversas bandas, onde a M.O. participa com “Visões” - 2004)
BIOELETRIC [.VITAE] (Coletânea com diversas bandas, onde a M.O. participa com “Genocídio” e “Acid Ent” – 2005)
TRIBUTO AO BLACK FUTURE (Coletânea com diversas bandas interpretando músicas da banda carioca “Black Future”. A MO participa com a versão de “Eu sou o Rio”.)

Links

Contatos:
Telefone: (71) 8807-3040 (David)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Camisa de Vênus - Viva (1986)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Viva

Ano:1986

Formação:
Marcelo Nova - vocal
Karl Hummel - guitarra base
Gustavo Mullem - guitarra solo
Robério Santana - baixo
Aldo Machado - bateria

Ficha Técnica:
Produzido por - Pena Schmidt e Camisa de Vênus
Gravado no Caiçara Music Hall - Santos SP - 08 Março 1986
Som - Roberto Ramos
Instrumentos - Baca
Gravação - Unidade Móvel "Nas Nuvens"
Engenharia de Gravação - Pena Schimidt e Ricardo Garcia
Assistente - Arthur Bello
Mixagem - Estúdio Mosh
Engenheiro - Ricardo Franja Carvalho
Assistente - Luis Paulo e Rui
Capa - Isabelle Van Oost
Foto - Rui Mendes

Release Álbum:

André Midani (diretor da gravadora WEA, na época) assistiu a um show da banda e, impressionado, foi ao camarim perguntar o que ele tinha de fazer para "contratar aquele insulto". A banda percebe que poderia ter liberdade para fazer o que realmente desejava na gravadora de Midani e acerta a realização de um álbum ao vivo gravado a partir de um show da turnê de 1986, que seria produzido por alguém indicado pelo diretor, como forma de encerrar o contrato que tinham com o selo RGE.Pena Schmidt acabou sendo o indicado, iniciando uma parceria que duraria até o fim do Camisa de Vênus em 1987 (apesar que ele acabaria produzindo ainda o primeiro disco da carreira solo de Marcelo Nova)

Como já tinha alguma experiência com músicas suas sendo censuradas[4], Marcelo Nova decide, aproveitando a redemocratização em 1985, não enviar o álbum à apreciação da Censura. O álbum foi lançado em meados de 1986 e, quando já encontrava-se com cerca de 40 mil cópias vendidas, foi recolhido pela Polícia Federal por ordens da Censura. O próprio Marcelo Nova presenciaria a ação da Polícia Federal enquanto olhava as novidades em uma loja de discos de São Paulo.

Após este episódio, o álbum teve oito de suas dez músicas censuradas por conterem linguagem inapropriada. Entretanto, apesar da proibição de execução radiofônica e, talvez, devido ao impulso conseguido com as notícias da censura do álbum, suas vendas atingem a marca de 180 mil.[4] É o segundo álbum ao vivo mais vendido do rock nacional dos anos 80, só perdendo para o disco Rádio Pirata Ao Vivo, do RPM

Em 1992, o álbum foi relançado em CD, entretanto foi retirada a música Rotina, bem como foi cortado o discurso que Marcelo Nova fazia antes de Silvia, em "homenagem" ao Dia Internacional da Mulher (o show ocorreu no dia 08 de março de 1986).

Foram adicionadas faixas como bônus, entretanto elas são apenas as versões de estúdio já presentes no primeiro e no segundo álbum da banda.

Tracks:
01. Eu Não Matei Joana D'Arc
02. Hoje
03. Homem Forte
04. Solução Final
05. Rotina
06. My Way
07. Bete Morreu
08. Silvia
09. Metástase
10. O Adventista

[Download]

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Almas Mortas - Coletânea 2001- 2008

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Banda: Almas Mortas

Gênero: Pós Punk\Gótico

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: Coletânea 2001/2008

Ano: 2008

Integrantes:

Robson Santos: Vocal
Alan Jone: Guitarra, Backing vocal
Bruno Oliveira: Baixo
Vagner Limma: Guitarra, Backing vocal.
Eduardo Shocker: Bateria.

Tracks:

01 - Sob Pressão
02 – Clemência
03 - Redenção
04 - Almas Mortas
05 - Videira da Morte
06 - Amanhecer
07 – Nômade
08 - Sinfonia para um morto (Bônus)
09 - Videira da Morte (Bônus)


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