segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Hessel - Sexta Básica_Ao Vivo em Vitória da Conquista (2012)
Banda: Hessel
Origem: Salvador\Bahia
Gênero: Instrumental Rock
Álbum: Sexta Básica (Ao Vivo em Vitória da Conquista)
Ano: 2012
Formação:
Zé Felipe (guitarra)
Mário Baqueiro (baixo)
Lucas(bateria)
Tracks:
01.Double Dragon
02.Noturno
03.Cosmonauta
04.Eclipse
05.Salvador
06.Ballard
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Ignivomus: Crossover Thrash (Salvador\Bahia)
Release:
A banda Ignivomus faz uma fusão do Thrash Metal e Hardcore, aliados a bastante groove e particularidades que a torna original. Suas letras são reflexos da realidade da condição humana, em nossa visão. Também escrevemos muita ficção com base em temas que envolvem o cotidiano, com bastante verossimilhança. Nossas influências são diversificadas. Ouvimos rock and roll de todos os tipos e isso fez o diferencial da banda. Conjuntos como The Spudmonsters, Dimensões Distorcidas, Nuclear Assault, Sepultura, Ratos de Porão, entre outros, são referências para o nosso som.
Banda: Ignivomus
Origem: Salvador\Bahia
Gênero: Crossover
Formação:
Wendel: Vocal
Ajota Nascimento: Guitarra
Cleber Silva: Baixo
Elton Cardoso: Bateria
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
André Poveda - Populus Mundi (2005)
Banda\Músico: André Poveda
Gênero: Instrumental\Metal\Fusion
Origem: Salvador\Ba
Álbum: Populus Mundi
Ano: 2005
Tracks:
01 - Populus Mundi - 7,28Mb
02 - Equilibrium - 5,75Mb
03 - Marco Polo - 5,29Mb
04 - At Initio - 6,64Mb
05 - Ex Post Facto - 7,79Mb
06 - Domini - 6,44Mb
07 - Sol Lucet Omnibus - 6,82Mb
08 - Verba Volant - 7,79Mb
09 - Madagascar - 6,06Mb
10 - Bonus Track - 4,10Mb
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Modus Operandi - Comunicáveis / YNCXMVNYCKVWYS (2010)
Release Álbum:
O ano nem sequer chegou à metade, mas já tenho o meu candidato a melhor lançamento de rock de 2010, por essas plagas. Levo em conta o marasmo que tem dominado a cena soteropolitana, onde as bandas que ocupam o mainstream (se é possível chamar assim) estão em recesso, ou apenas requentando trabalhos antigos,e algumas outras, pouco têm acrescentado, em termos de inovação, ao cenário local. A Modus Operandi, banda na estrada há mais de uma década, acaba de lançar dois cds, que, devido ao conceito, podem ser considerado partes de um mesmo trabalho. E a inovação já começa desde a apresentação das bolachinhas: "Comunicáveis" vem embalado num envelope de carta, com título impresso em Braile. Já o cd chamado Incomunicáveis, vem acondicionado numa chapa de alumínio, com o inintelígível título "Yncxmvnyckvwys".
À grosso modo, podemos dizer que a Modus Operandi é uma banda de rock industrial, porém, esse rótulo, faz jus apenas à essência da sonoridade do grupo. Nesse novo trabalho, a banda amplia o leque de referências, que vão desde as mais óbvias - como a banda alemã Einsturzende Neubaten - às mais surpreendentes, como a literatura filosófica do autor libanês Gibran Khalil Gibran. Mas, na caldeira industrial onde é processado o som da Modus, ouvimos ecos de punk rock clássico, como nas faixas "28" (com exatos 28 segundos), e na pulsante "Casulo". Também há espaço para músicas com nuances mais soturnas, como a climática "Procissão", e a sorumbática "Jazigo Perpétuo".
Assim como no trabalho anterior, "h... estereo...", a Modus continua flertando fortemente com a psicodelia, que fica bem evidente na super-elaborada "InstruMENTAL". Isso tudo, sem abandonar o experimentalismo - marca indelével da banda - que aqui, chega ao ápice na deliciosamente intragável "Duelo de Ratos", que tem a letra declamada, à guisa de um trovador desesperado.
Quando uma banda veterana, como a Modus Operandi, é responsável por causar uma sensação de novidade, de inventividade no rock, mesmo que em âmbito local, podemos afirmar que estamos diante de algo sintómatico. De uma lado, revela uma certa apatia na cena, e, de outro, deixa claro que, o alheamento da mídia e dos produtores, pode até atrapalhar, mas não impede que um trabalho de qualidade prevaleça.
E, parafraseando Nando Reis - que disse que tinha pena de quem não conhecia o Cascadura - eu digo: tenho pena de Nando Reis, e de quem não conhece a Modus Operandi!
Resenha por: Subcomandante Marcus
hdramone@hotmail.com
Banda: Modus Operandi
Gênero: Pós Punk\Experimental
Origem: Salvador\Ba
Álbum: Comunicáveis / YNCXMVNYCKVWYS (2Cds)
Ano: 2010
Integrantes:
David Vertigo (Vocal-Sintetizador)
Henrique Letárgico (Contrabaixo)
Marcos (Sucatas, Furadeira e outros efeitos)
Eduardo (Bateria)
Tracks:
Comunicáveis
01-Kahlil Gibran
02- Jazigo Pérpetuo
03- Instrumental
04- 28
INCXMVNYCKVWYS
05- Cksvlx
06- Dvwlx Dw Rktxos
07- Mkqvynks
08- Prxcysskx
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Email: modusoperandi4@yahoo.com.br
Telefone: (71) 8807-3040 (David)
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Carnified - The Carnification (1996)
Créditos Zé Felipe Sá
Banda: Carnified
Origem: Salvador\Bahia
Gênero: Death Metal
Álbum: The Carnification (Demo)
Ano: 1996
Formação:
Alex Oliveira (Vocals\Baixo)
Zé Felipe de Sá ( Guitar)
Tony de Assis (Guitar)
Tony de Assis (Guitar)
Vicente Azevedo ( Drums)
Tracks:
01_The Carnification
02_Carnal Despair
03_Internal Suffering
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Cobertura do evento Violent Trepanator IV
VIOLENT TREPANATION IV
Data: 12/01/2013
Local: The Other Place: 17:00hs.
Texto e fotos: Val Oliveira
O evento criado no ano de 2010 pela banda Trepanator chega a sua quarta edição, e como uma das atrações do evento, eles trouxeram como headliner a banda Insaintfication, que estava sem se apresentar há pouco mais de 2 anos! O evento contou também com a presença das bandas Behavior, Trepanator e Devouring, oriunda da cidade de Simões Filho.
Havia certa tensão no ar, e pairava a pergunta aos produtores: "será que vai ter público?". A pergunta era inevitável devido à proximidade com o show da banda alemã Destruction.
Pois bem, o público compareceu em um bom numero, para alivio das bandas e da produção. A primeira banda a tocar, por volta das 18:00 foi a DEVOURING. A banda pratica um Death Metal extremo, com vocal ultra gutural, levadas rápidas e insanas. O publico que entrava e os que já se encontravam no The Other Place observavam e agitaram, batendo cabeça. A banda ainda executou o cover de "Lunatic Of Gods Creation" do Deicide.
Logo em seguida, os anfitriões do evento subiram ao pequeno palco: a TREPANATOR.
A banda desfilou seu Speed Thrash Metal, acompanhado por gritos entusiasmados que entoavam as frases de suas musicas, como Surra e Trepanator. A banda demonstrou um ótimo entrosamento, e tocou com sangue nos olhos! Nesse momento a casa apresentava já um bom numero de pagantes, o que sempre é bom, devido a queda de freqüentadores em shows de bandas locais, oque so enfraquece a já pobre cena soteropolitana. Uma grata surpresa foi a execução do cover para "Blood Red", do Slayer e uma do Sodom: "Agent Orange".
A terceira a se apresentar foi a BEHAVIOR. A banda detonou um Death Metal rápido, pesado e técnico, com destaque para o batera Ricardo Agatte e ótima presença de palco do vocalista Fabrício Pazelli. Uma novidade foi que a banda apresentou seu novo guitarrista, Victor Mattos. Algumas rodas se abriram durante o show da banda, e o publico se mostrava bastante empolgado com a banda, que apresentava os sons de seu cd, "Awakening of Madness". No final, foi tocado o cover de "Troops of Doom", do Sepultura, contando com o suporte nos vocais de David Vieira.
Enfim chegou o momento que a grande maioria no The Other Place esperava para ver: a volta da INSAINTFICATION aos palcos. A banda estava afiada e executou seu Death Thrash de forma implacável. Muita gente se aglomerou na frente para ver e ouvir melhor, e olhe que o som estava bem alto! O set foi curto mas enérgico! A banda tocou vários sons do seu cd "Diseased", lançado em 2007, e teve varias partes cantadas e acompanhadas pelo publico. O show se encerrou com a música "Back To Hell", com seu refrão urrado pelo publico!
Parabéns à Trepanator por mais um belo evento, e ao publico que compareceu e apoiou!
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Violent Trepanation 4
Catapulta - 2ª Versão (2004)
Banda: Catapulta
Gênero: Rock\Hardcore\Putaria
Origem: Salvador\Ba
Álbum: 2ªVersão
Ano: 2004
Tracks:
01 - Laricano
02 - Oxalá
03 - Guilhotina
04 - Na Buati (Pagode Russo)
05 - Minha Mãe Me Disse
06 - Maculelê
07 - Embolando Um Paraná
08 - Gererê
09 - No Talo
10 - Uma Balada
11 - Morro Do Dendê
12 - Zuêra
13 - Propina
14 - Acauã
Dois Sapos e Meio - Obrigado Vasquez (1999)
Release Álbum:
Joinville - Formada em 1994, a banda soteropolitana Dois Sapos e Meio derruba as crenças de que música baiana é axé e de que só se pode fazer um bom disco sob a égide das majors. "Obrigado Vazquez", primeiro CD do quinteto, agrega ao rock o balanço do funk, o peso do metal, a verborragia do hip hop, as experimentações psicodélicas, a velocidade do hardcore e a maturidade nas letras, mistura alinhavada por um estilo personalíssimo, característica ausente dos trabalhos monocórdicos de seus conterrâneos que empestam as rádios do País. Independente até a alma, o álbum só não vai além das sete faixas porque a verba para a gravação não permitiu; roda de mão em mão ou via correio, sem distribuição em lojas. O próprio vocalista Guima Pereira estranhou o fato de um dos discos ter chegado a Santa Catarina.
Com pouco mais de 17 minutos, "Obrigado Vazquez" (uma homenagem ao produtor do disco) foi gravado em 1998, mas só chega neste ano ao público que acompanha a cena independente. Sem badalação, é forte candidato a melhor álbum nacional de 1999, embora não sintetize a fase que o grupo vive atualmente. O genial guitarrista Peu Sousa deu lugar a Marcos Vaz, que também pilota samplers recém incorporados à banda. Lucas, baterista argentino, ocupa o posto que durante as gravações foi de Giló, membro do Catapulta, outro grupo baiano de respeito. "Não dá para ter uma idéia do que é a banda, hoje, só por estas sete músicas", diz Guima.
O vocalista diz que o segundo disco deve sair no próximo ano trazendo elementos da música nordestina e toques eletrônicos, uma contradição que só faz sentido quando executada "com o groove da Dois Sapos e Meio", para Guima um ingrediente imprescindível. "Nosso som não tem definição, depende do ponto de vista de quem ouve", diz. "A gente costuma brincar e dizer que é sapocore!".
"Brejo Sound" abre o álbum com o coaxar dos sapos e é aperitivo insuspeito para "Jingle Bell", uma sátira ao clima natalino e ao próprio rock que alterna passagens contidas a compassos explosivos. Hoje uma música completa chamada "Inquietude", "Groove Pop" aparece como tema instrumental de guitarras funk mescladas à tradição festeira dos trios elétricos. Segue-se "Jardins da Imaginação", uma metáfora para o potencial alucinógeno dos vegetais reunindo muitas referências sonoras, lembrando muito o funk metal de ingleses como Ignorance e Scat Opera.
"Secretária Eletrônica" poderia ser a faixa mais agressiva do álbum se não fosse a descontração dos vocais divididos por Guima e Léo Preto que a aproximam do hip hop. Como em "Jardins", é uma música que reveza momentos distintos, várias músicas dentro de uma única canção falando sobre o inferno que é viver sob pressão do telefone. Menos suingada que "Groove Pop", "Zangado" também é uma vinheta instrumental de um tema só, balanço substituído pela obsessão guitarreira. Fecha o disco "Alucinação", um exercício de estúdio em que as guitarras somem e reaparecem dos canais em alternância com os vocais no megafone. A parte instrumental soa abafada por nuvens psicodélicas, saindo volta e meia para dar corpo e confusão à música. "A nossa idéia de psicodelia com rap e melodia sempre existiu, mas agora está mais amadurecida", avisa Guima.(fonte)
Banda: Dois Sapos e Meio
Origem: Salvador\Bahia
Gênero: Metal\Rock\Psicodélico\Hip Hop\Hardcore
Álbum: Obrigado Vasquez
Ano: 1999
Formação:
Guima Pereira: Voz
Pêu Souza: Guitarra
Baixo: Ch
Giló: Bateria
Tracks:
1-Brejo Sound
2-Jingle Bell
3-Groove Pop
4-Jardins da Imaginação
5-Secretária Eletrônica
6-Zangado
7-Alucinação
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Dr. Góre: Death Metal (Camaçari\Bahia)
Release:
Fundada oficialmente em 2005 a Dr. góre, inicialmente batizada como Genital Grinder.
Com letras em português, o som se apóia na essência de bandas de Death Metal, Splatter e Gore, além das temáticas de filmes trash e/ou de violência absurda.
Retratando histórias do cotidiano, as músicas refletem principalmente sobre a morte, algo que atormenta há muito tempo os sentimentos humanos.
No inicio de 2010 o projeto foi mumificado com silver tape e jogado numa tumba coletiva destinada a aberrações desossadas e/ou desmembradas.
Cedo ou tarde o projeto pode reaparecer aí, do seu lado...Forçar a decomposição precoce do tímpano alheio...
Banda: Dr. Góre
Origem: Camaçari\Bahia
Gênero: Death Metal\Splatter\Gore
Formação:
Tito Alves: guitarra
Nenem: guitarra
Fio: Batera
Fauro: Vocalista
Miguel: Baixo
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Splatter,
Splatter Death Metal
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