quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Entrevista com Igor Andrade Guitarrista da Peito de Planta

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Entrevista com Igor Andrade guitarrista da banda Instrumental Peito de Planta formada em Salvador em 2009, a Peito de Planta transformou-se em um grupo de música instrumental, mesclando temas de rock psicodélico, funk, reggae, blues e até mesmo brega. A banda é formada por Igor Andrade (guitarra) e Matheus Spiller (bateria), Bruno Veronez (baixo) e Enzo Marques (bongô). A entrevista foi concedida a Zé Felipe de Sá (Guitarrista da Hessel e colaborador do Bahia Rock Machine) Vamos lá !!

Pergunta de praxe: por quê "Peito de Planta"?

Igor Andrade_Não possui uma lógica na criação desse nome. Eu e Matheus (baterista) bebíamos em uma barraquinha e através de uma brincadeira com a fonética surgiu esse nome. Mas também podemos imaginar algo como belos seios da natureza que amamentam o planeta Terra em meio a um turbilhão destruindo tudo.

2.     Conte um pouco sobre o passado musical dos integrantes da Peito de Planta.

Igor Andrade_Eu já toquei em algumas bandas do “novo metal" que surgia lá pros meados de 2000 (com muito atraso) e que sofria muito preconceito, sendo que nos dias atuais elas (exemplos como Fear Factory, Machine Head, etc) se enquadram nas melhores bandas de metal do mundo. Toquei na Terminal (que durou pouquíssimo tempo) e a C.O.D.E (Conditions On Destruction Empite) que para mim foi a melhor banda que pude formar e tocar.
Matheus Spiller já foi guitarrista e vocalista da banda Cartase, que por sinal era muito boa, na cena alternativa de Salvador.
Bruno Veronez, quando morava em São Paulo em sua adolescência perdida, teve uma banda de rock com amigos. Depois de muitos anos tocou por um tempo como baixista em uma banda cover do Black Sabbath em Salvador, a Jaqueta de Dama.
Enzo Marques nunca tocou nenhum instrumento musical. É fanático por The Doors e Raul Seixas, engenheiro e professor. Sempre foi nosso amigo e caiu como uma luva na percussão da Peito de Planta.

3. Vocês tem uma currículo bem variado em relação à shows: já tocaram na rua (Largo de Santana, vulgo Dinha); restaurantes no Rio Vermelho; bares na Pituba e em eventos estudantis no campus da UFBA. É importante essa atitude pé-no-chão em relação à shows?

Igor Andrade_Olha, na realidade buscávamos tocar em qualquer lugar que tivesse como ligar os amplificadores e por a bateria, já que não temos vocalista, fica muito mais fácil se entranhar em certos locais. O primeiro show da Peito foi na reabertura da Casa da Música na Lagoa do Abaeté e foi fantástico! Na época era apenas guitarra e bateria, metemos um projetor com o filme Cães de aluguel e tocamos. Mas nunca fizemos de qualquer jeito, “na tora”, pois o público tem que pelo menos escutar a proposta da banda.
Nossa idéia é simplesmente fazer música que proporcione alguma diversão, tanto nossa quanto do público.

4. Vocês fizeram parte da primeira noite instrumental na história do Festival Big Bands, em 2011. Como foi a repercussão desse evento pra vocês?

Igor Andrade_Foi péssima. Na época Matheus (baterista) estava com o braço fraturado, decidimos tocar mesmo assim com um amigo na bateria. Poucos ensaios, falta de ajuste no som e alguns problemas técnicos deixaram a nossa apresentação perdida. Foi um apena pois é um festival de grande respeito que sempre desejamos participar. Fica para a próxima.

5. Uma coisa que distingue a discografia da Peito de Planta de 99% das bandas baianas é esse lançamento constante de EPs com as suas jams. De onde saiu essa ideia?

Igor Andrade_Saíram simplesmente da idéia de não funcionar como uma espécie de segundo trabalho em nossas vidas. Passamos a não mais construir introduções, partes, refrões. Começamos a perceber que o intuitivo musical era algo muito mais prazeroso nos ensaios e nos shows. Começamos a registrar de qualquer forma e lançar. É como uma espécie de volta aos tempos onde a tecnologia não era fácil de se obter, tão pouco pagar uma gravação, ter bons instrumentos, dentre outras tantas facilidades dos tempo atuais. Não possuímos nenhum estudo musical amplo, apenas o básico e autodidata, criamos uns pedaços e saímos tocando.
Mas agora em 2013, vem muita coisa nova por aí, é só esperar a maré baixar aiuhaiuahaiua!

6. Vocês fizeram um clipe para a música "Joule" num esquema "simples mas eficiente". Como foi a produção desse clipe?

Igor Andrade_Fernando Araújo era conhecido de Bruno (baixista) e se interessou em gravar algo nosso no estúdio e pronto. Mas na realidade, ainda pretendo desenvolver diversos vídeos experimentais embalados pelo nosso som.

7. Você tem vários projetos musicais paralelos, não?

Igor Andrade_Hoje em dia não mais. Não tenho tempo por agora mas devo retomar as produções da banda FLOR a qual participo com Matheus na bateria também.

8. Além do som semi-improvisado da banda, uma outra característica marcante da Peito de Planta é essa irreverência escrota de vocês.

Igor Andrade_A gente é assim simples mesmo. A banda é formada por amigos das antigas e não nos preocupamos com nenhum estética visual. Acordamos e do mesmo jeito vamos aos ensaios, aos shows e por aí vai.

9. Atualmente você agora está morando em São Paulo. Como ficou a Peito de Planta nessa história?

Igor Andrade_A banda deu um tempo no melhor momento. Infelizmente minha vida de designer gráfico não estava rendendo muito financeiramente em Salvador. Recebi um convite e acabei vindo morar e trabalhar em São Paulo. Estou me estruturando mais e pretendo passar mais em Salvador, ensaiar e gravar algo com os caras da banda. Comprei alguns apetrechos tecnológicos que irão facilitar muito as nossas vidas. Pensei em algo virtual, eu gravo aqui e mando pra aí e vice versa, mas nossas vidas não permitem isso e temos outros objetivos de vida. A Peito de Planta sempre será a nossa maior diversão e a nossa maior amizade.

10. Mande o seu recado pros leitores do Bahia Rock Machine.

Igor Andrade_Não vendam seus instrumentos, não parem de tocar mesmo que de vez enquando. A maior derrota que vejo é um monte de gente velha se lamentando ou vivendo dos prazeres do passado.

Contatos:

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Drearylands: From the Ashes (2003)

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Banda: Drearylands

Gênero:Heavy Metal\Power Metal\Folk Metal

Origem:  Salvador\Ba

Álbum: From the Ashes (EP)

Ano: 2003

Formação:
Leão
Páris Menescal
Rafael Syade
Louis
Marcos Cazé


Tracks:
01.Another Stormy Night
02.Someone to Lay Flowers






Parthak - Migrants (2012)

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Banda: Parthak

Gênero: Melodic Death Metal

Origem: Euclides da Cunha\Bahia

Álbum: Migrants

Ano: 2012

Formação:
Neilton Filhho - Bateria
 Robson Santana - Guitarra
 Filipe Moura - Baixo
 Humberto Amorim - Vocal

Tracks:
1. Famine and Drought
2. Crossing the Way
3. The Voices of the Weak
4. When the Hands Hurt
5. Migrants
6. Witness to Horror
7. Death and Damn Life
8. Healing the Ways
9. We Are More than Ghosts
10. City: the End of the Journey

Links:

(Download em Breve)



Drearylands: Heavy Metal (Salvador\Bahia)

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Release:
Drearylands surgiu em meados de 1999, quando o baterista Louis, o vocalista Leo ‘Lion’ Leão, o guitarrista Jason Bittencourt e o baixista Rick Iglesias decidiram deixar de lado a banda ShadowsPrimeiro show do Drearylands e partir para outro projeto musical.
Após algumas apresentações, tendo Rafael Pires como segundo guitarrista, o Drearylands entrou em estúdio para produzir seu primeiro álbum. Durante as gravações, eles conheceram o guitarrista Patrick Amorim, que se juntou ao grupo.

Em julho de 2000, o primeiro aniversário da banda foi celebrado com o lançamento de “Some Dreary Songs and other tunes from the shadows” pelo selo Maniac Records, juntamente com a Na Mosca Records e a Mandrahgora, produtora da própria banda.
Com o álbum de estréia obtendo ótimas resenhas na imprensa especializada, o Drearylands começou a divulgar seu nome em todo o mundo.

Infelizmente, o início do terceiro milênio foi uma espécie de purgatório para o Drearylands. Enquanto a primeira temporada de shows na Europa era agendada para setembro de 2001, Rick Iglesias deixou o grupo. Algumas semanas depois, quando eles encontraram um novo baixista, Ângelo Falcão, os dois guitarristas saíram da banda devido a divergências musicais.

Enquanto a turnê européia era cancelada, a Drearylands conseguiu dois novos guitarristas, Rafael Syade e Páris Menescal, começando a trabalhar em novas canções.
Mas, devido a todos problemas, e apesar da nova formação começar a dar certo, os únicos membros originais, Louis e Lion, decidiram dar uma parada na banda, em janeiro de 2002.

Renascendo das Cinzas

Contudo, o desejo de manter viva a sonoridade ‘dreary’ (lúgubre) era mais forte. Então, em outubro do mesmo ano, Leo ‘Lion’ Leão, Páris Menescal, Rafael Syade e Louis se juntaram novamente como Drearylands, desta vez contando com Marcos Cazé como baixista.

Juntando forças para o novo começo, eles começaram a compor novas músicas e, em fevereiro de 2003, gravaram um CD promocional virtual, batizado de “From The Ashes”, contendo duas novas canções, que foram distribuídas somente pela Internet.

Show de lançamento de “Heliopolis…” - 12.2003Concentrando-se para voltar ao ponto onde tudo parou e ir mais além, a banda passou o ano fazendo o maior número possível de apresentações, somente interrompendo a seqüência de shows para produzir o novo álbum.

Em novembro, o Drearylands finalmente lançou seu segundo trabalho, “Heliopolis or just another dreary season”, novamente pela Maniac Records em parceria com a Mandrahgora.

Agora em 2004, enquanto o processo de divulgação e distribuição do CD começa a obter retorno, uma nova temporada de shows está sendo agendada para os próximos meses.

Além disso, o Drearylands está intensificando seus contatos e negociações, procurando divulgar sua música para todos os lugares do mundo. E este é o capítulo em que nos encontramos, aguardando sua continuidade.

Infelizmente, o fim chegou ao ano de 2006 com um show muito bom, e que deixa até hoje saudades em muitos.

Banda: Drearylands

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Heavy Metal\Folk \Power Metal

Formação:
Leão
Páris Menescal
Rafael Syade
Louis
Marcos Cazé

Discografia:
Some Dreary Songs...and other tunes from the shadows (2000)
Heliopolis ... Or just another dreary seanson (2003)
From The Ashes (203)EP

Links:

1º Alta Voltagem em Paulo Afonso dia 24 de fevereiro de 2013

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Evento: 1º Alta Voltagem
Bandas: Suffocation of Soul, Chaos Conspiracy, Leprosy, Prefatory
Dia: 24 de Fevereiro de 2013
Hora: 19:00 hs
Local: DA Definir
Cidade: Paulo Afonso \ Bahia

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Deep Silence - Dreary Remembrance (2007)

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Banda: Deep Silence

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Doom Metal

Álbum: Dreary Remembrance (Demo)

Ano: 2007 

Formação:

Felisberto (vocal e guitarra)
Anderson (baixo)
Vitor (guitarra)
Jesiel (bateria)
Nilton (teclados)


Tracks:
1.Poema Mórbido
2.Dreary Remembrance
3.Infinita Noite
4.Tears Dries


Parthak - Red Sorrow (2008)

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Banda: Parthak

Gênero: Melodic Death Metal

Origem: Euclides da Cunha\Bahia

Álbum: Red Sorrow

Ano: 2008

Formação:
Neilton Filhho - Bateria
 Robson Santana - Guitarra
 Filipe Moura - Baixo
 Humberto Amorim - Vocal

Tracks:

01. Echoes of War
02. Enchained
03. Mars Abyssals
04. Red Sorrow
05. Calamities of Revenge
06. Parthak
07. Rebuild
08. Towers of Tomorrow
09. Abissais de Marte (bonus track)

Links:



Eternal Sacrifice: Black Metal (Salvador\Bahia)

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Release:
Círculo formado em fins de 93, algum tempo depois de hordas como Bestial Reincarnation & Malignant Assenssion terem encerrado suas atividades pôr Naberius, que ao lado de Zaebos & Zaraphiel uniu forças para propagar a verdadeira vertente do mal supremo dentro da arte Pagã. Em 94 então fecha-se um pacto com a inclusão de Gadianton ... obtendo sua primeira formação: Haadaas Naberius (V), Zaebos Archangelis (B), Gadianton (G), e Zaraphiel (D), , até que Gadianton abandona a horda e Zaebos passa a ser Guitar.

Neberius
Com a saída de Gadianton, Vu Lamhi Shaddia ingressa na horda como novo baixista e é recrutada uma Fem. Vocal a Ashema-Daeva que não durou muito entre as almas negras devido sua total falta de interesse. Durante um longo período de recesso a banda recruta mais um guitarrista pôr julgar necessário mais peso e melodia em seus hinos e Aaimov Angro-Maynius adentra os portais da escuridão.

Inicio de 96 e de uma só vez saem Vu Lamhi como ainda permanecem sem baixista é recrutado um negro prosélito chamado Grim Abra-Melim Offilatrus que também compõe grandes obras aos teclados...

Com a atual formação: Naberius (V/K), Zaebos (G), Charles (G), Grim (B/K) & Zaraphiel (D) até então, a banda grava sua primeira Reh.Tape em ago/set 96 sob o título "The Magician Alcandro" com 7 atos ocultos de ritos pagãos, e fazem sua primeira apresentação em outubro de 96 na cidade de Aracajú/Se lançando sua Reh.Tape e obtendo grande receptividade do público!!!

Em novembro de 96 ingressa na horda Imperatrix Gaya Lazuli para assumir os teclados, o que valorizou enormemente os hinos da banda. De nova formação, no ano seguinte (97) ETERNAL SACRIFICE grava sua obra "Aradia... O Segredo Pagão de Elêusis" (DT Oficial 97) contendo 6 majésticos hynnos de puro louvor aos Deuses e magos pagãos..., mas que pôr motivos pessoais Charles não pôde participar das gravações, sendo que a demo foi gravada pôr apenas Zaebos. Em maio é lançada "Aradia..." finalmente em Salvador!

Kastiphas
Os shows e festivais continuam e nos ensaios Zaebos e Grim trocam de postos, passando Zaebos ao baixo, como de início e Grim à guitarra, até que se apresentam no "The Occult Ritual Of Fire Festival II" ao lado de diversas hordas, onde gravam seu set de show e lançam em 98 extra oficialmente o "Live in the Occult Ritual of Fire" com 6 sinfonias!

No mês de Agosto de 98 Zaraphiel é substituído por Frater deo Sóror Comite Ferro , que fez com que o som da banda evoluísse bastante, não bastasse a saida de Zaraphiel, Gaya & Zaebos anunciam sua saída da horda no início do ano de 99, atrazando alguns planos da banda...

No mês de fevereiro de 99 ingreessam dois novos prosélitos: Sagrael Baal Ducce Nahash (Bass), Okkultus Senior Rá-Hoor-Khuít (Guitars also Motius),onde novamente Grim muda de função desta vez para tecladista. De nova formação a banda já tendo preparado repertório grava uma promo contendo quatro faixas do mais sombrio e profano Opera Pagan Balck Metal Art! Contando com a ilustre participação de Lady Vampíria (from Diablerie band) como session fem. Vocals. Este opus chama-se: "Beautiful leaves of Supreme Pagan Art (Opera Sexualis)", fechando novos elos e visionando horizontes sombrios com a realização de seu debut full-lenght álbum:"MusickantigA... Prédicas do Vero Báratro ( The Revive Rapture of the Shadows Cult)". Ao final das gravações do álbum novamente a formaçào sofre baixas com a saída de três membros: Grim (Keys) , Sagrael (Bass) em junho ingressa SadoBaron Szandor Kastiphas (keys).

Início de 2001 e a ETERNAL SACRIFICE modifica novamente a formação com a saída de Okkultus (Guitars) e Taumaturgie (bass), ainda em ago/00 Bey resolve deixar as atividades na horda e ingressa Alysson Draakon Ceifador (Lead Guitars). Logo em abril 2001 ingressa Luctus Perpeetuus (Guitar) em lugar de Okkultus e Count Corozon Pruscias (bass) em lugar de Taumaturgie, sendo então a formação até então: NABERIUS (vocals), FRATER (drums), KASTIPHAS (keys), ALYSSON (guitars), LUCTUS (guitars) & COROZON (bass).

No ano de 2002 a ETERNAL SACRIFICE assina com o selo baiano MANIAC Rec. para lançar o Debut "Musickantiga..." que sai em 04 de abril de 2003 obtendo excelentes críticas da mídia especializada. Ainda em 2003 Alysson e Corozon saem da horda e são substituidos por Marquis Orias Snake e para nossa grande honra e glória o retorno de Charles para assumir novamente seu posto de guitarrista...

Banda: Eternal Sacrifice

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Pagan Black Metal

Formação:
Alysson Draakon Ceifador : Guitarra
Marquis Orias Snake : Baixo
Lucius Perpeetuus : Guitarra
Magister Templi Lhorde Haadaas Naberius : Vocais
Frater Deo Sóror Comite Ferro : Bateria
Charles Lucxor Persponne : Guitarra
Sado Baron Szandor Kastiphas : Teclas

Discografia:
The Magician Alcandro (Démo - 1996)
The Necromantical Complex of Aradia and Incitatus (Démo - 1997)
Live in the Occult Ritual of Fire (Live - 1997)
Aradia... O Segredo Pagão de Eleusis (Démo - 1997)
Beautiful Leaves Of Supreme Pagan Art (Opera Sexualis) (Démo - 1999)
Incitatvs - Opera of Evil Dawn (Démo - 2002)
Musikantiga... Predicas do Vero Baratro (CD - 2003)
Sonata Satanicka 666 (MCD - 2004)
Priests from Hell (Split - 2009)
Iluminados por Thabatherous Aleph...Musickantiga (CD - 2010)

Links:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ritmia: Progressive Rock (Salvador\Bahia)

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Release:
Ritmia banda bahiana, conceitual-experimental, de Rock Progressivo que começou em 2002. Durante o período de um ano, Gabriel Melo (Vocal), Ricardo Primata (Guitarra) e Ricardo Sampaio (Contra-Baixo) reuniram-se em estúdio para compor e gravar a idéia que seria a espinha dorsal de todo o trabalho.

A união de conceitos, idéias e influências gerou uma combinação harmoniosa de estilos que vai do Baião (“Keys of Future”); valsa (“you can imagine”); Opera Rock (“Terra sagrada”); Salsa (“Listen my cry”) e música instrumental (“Despertar” e “Experiência da Alma”). O primeiro CD do Ritmia é um apanhado dos estilos preferidos pelos músicos que compõem a banda, onde tiveram a iniciativa de gravar um disco sem grandes pretensões comerciais, mas que atendesse os pré-requisitos exigentes de um trabalho profissional com qualidade internacional, e que trouxesse algo de “novo” para os ouvidos das pessoas.

Ritmia é uma banda quase que inclassificável, pois não obedece nenhuma das fórmulas convencionais dos estilos já pré-concebidos pelo Mercado. As letras falam de temas como aspirações pessoais do futuro à temas libertários e de insatisfação à atual realidade. Tudo isso envolvido por um instrumental pesado e com muito solo de guitarra.

O trabalho teve como convidados, Joberson Macedo nos teclados, Thiago Nogueira na Bateria (ex-Headhunter D.C.), Zahra Rahysa nos vocais, Dennis Leone no Cello, Gilmário na percussão e Iracema Povoas, Natália Povoas, Jair Nunes e Nilson Lima nos Backings vocais. Diante de tantas vozes envolvidas, o trabalho teve a direção vocal de Iracema Póvoas que fez um trabalho de excelência profissional, dando um toque lírico e sofisticado para as músicas.

O CD do Ritmia foi produzido por Ricardo Primata. Gravado e mixado entre Dezembro de 2003 à março de 2004 por Ricardo Primata no Primata’s Studio, Salvador Bahia, Brasil. A gravação de bateria (Dez/2003) e a masterização (Mar/2004) foram feitas por Tadeu Mascarenhas no estúdio Casa das Máquinas, Salvador Bahia, Brasil.

Banda: Ritmia

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Rock Progressivo

Formação:
Gabriel Melo (Vocal)
Ricardo Primata (Guitarra) 
Ricardo Sampaio (Contra-Baixo) 

Discografia:
Despertar (2003) Single
Ritmia (2004) CD


Nomin: Heavy Metal (Salvador\Bahia)

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Release:

Tudo começou aproximadamente em Outubro de 2002, em que sucessivos contatos entre amigos, a banda foi se formando. A formação primária da banda(ainda presente) era: Diego Pires(Guitar and Backing Vocals), Hugo Ribeiro(Acoustic and Eletric Guitars), João Rosa(Bass) e Valter Filho(Drums and Backing Vocals). Influências bem similares, todos gostam de Dream Theater, Symphony X e Angra. O estilo é um misto entre o Progressivo, o Power e o Hard Rock.

A primeira apresentação da NOMIN, ao público, foi na Máquina do som, evento intercolégial muito conhecido em Salvador; com apenas 2 ensaios a banda compôs e apresentou uma música instrumental intitulada "Atlantis", que atualmente esta sendo refeita.

Após um ano de ensaio e sucessivas procuras por tecladista e vocalista para completar a banda, encontra-se Thales Brito(Keyboards) e Kennedy(Vocal). Com essa formação, outra apresentação na Máquina do Som, dessa vez tocando "Metropolis" do Dream Theater, sendo este, o show de despedida de Kennedy, que hoje mora na Grécia.

Com a saída de Kennedy, novos testes foram abertos, e os ensaios prosseguiram exaustivamente para lapidar a banda. Após um bom tempo, um velho amigo do baterista, o vocalista Fábio Gazela, foi selecionado para entrar na banda.

Fábio fez alguns shows, como a Mostra de Som do colégio São Paulo, no Rock In Rio; Mostra de Som do colégio Apoio; "A última noite antes do fim", no Calypso Bar com as bandas Drearylands e Portal; e gravou a demo Difficult Words, mas por problemas pessoais ele teve que deixar banda, dando lugar ao mais novo vocalista, Fabrício Zambon.

Banda: Nomin

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Melodic Heavy Metal

Discografia:
Difficult Words (Démo - 2004)

Formação:
Fabrício Zambon (Vocals)
Diego Pires(Guitar and Backing Vocals)
Hugo Ribeiro(Acoustic and Eletric Guitars)
João Rosa(Bass) 
Valter Filho(Drums and Backing Vocals)
 Thales Brito(Keyboards)

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