quarta-feira, 1 de outubro de 2014

The Dead Billies: Os quatro integrantes se reúnem e gravam disco de inéditas

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fonte: Elcabong

Mosckabilly, Rex Crotus, Morotó Slim e Joe Tromundo, quarteto que fez história com o Dead Bilies, resolveram se reunir novamente, 13 anos anos depois, e gravar um disco novo. Pela primeira vez, desde as gravações de ‘Heartfelt Sessions’ em 1999, os quatro entraram em um estúdio para tocar juntos e registrar músicas inéditas, inclusive faixas do período em que ainda tinham a banda. Desde o início decidiram que o projeto, batizado como Los Mismos, não seria uma banda nova, não faria shows e não assinaria como Dead Billies, seria uma reunião de amigos que tocaram juntos durante muito tempo e queriam se reunir novamente.

As tentativas de fazer com que o Dead Billies voltassem pelo menos para shows foram muitas, inclusive de produtores de festivais de fora da Bahia. Nunca aconteceu, mas finalmente os quatro integrantes da banda resolveram se divertir juntos novamente e aproveitar a amizade que possuem há muitos anos para colocar um projeto em prática. “A ideia era reunir os amigos de novo e fazer algo que satisfizesse a gente. Cada um estava passando por problemas pessoais delicados e a gente sempre teve essa preocupação de um com o outro. Pensamos em reunir a turma, que não fosse o Dead Bilies, mas que juntasse os quatro. Meio que um bálsamo para todos ao mesmo tempo. Algo que fosse de proveito para todos nós juntos. Dai surgiu a ideia do projeto. Nada megalomaníaco, é uma reunião de amigos”, explica Rex, um dos responsáveis pelo reencontro.

Inicialmente pensado como um EP, o trabalho acabou virando um álbum cheio, que já teve as gravações finalizadas e deve chegar aos ouvidos do público em breve pelo selo Garimpo. São 14 faixas, incluindo quatro ou cinco da época do Dead Bilies, criadas logo após o lançamento de ‘Heartfelt Sessions’. Outras são composições antigas guardadas por Glauber Guimarães, Mosckabilly, ou pelos outros integrantes do grupo, além de músicas novas surgidas durante o processo de gravação.

Além das tradicionais composições em inglês na pegada da antiga banda, com psychobillies com referências de filmes B, o disco traz canções em português e uma em espanhol. A sonoridade segue o caminho que a banda ganharia se prosseguisse em 2001, com sons mais garageiros, que já apareciam na última gravação da banda. Mas tem também as misturas de influências que sempre marcaram o Billies, que já fez a antológica valsa VAMPIRE e agora ataca com um bolero, que deve soar daquele jeito próprio deles.

Dead_Billies_(Joe)Os quatro amigos, que fizeram parte de uma das melhores e mais importantes bandas do rock baiano e do Brasil (por que não?), e se cercaram de amigos para esse novo trabalho. A produção é de andré t, que já assinava as produções dos discos da Retrofoguetes e foi um dos maiores entusiastas e estimuladores do projeto, segundo o próprio Rex. “Quando a banda terminou já tínhamos iniciado uma pré-produção com andré, existia uma frustração que em 2001 a gente começou e não terminou. Iniciamos de onde a gente parou. Aproveitamos cerca de 4 ou 5 músicas dessa época, Glauber tinha outras composições e outras surgiram durante o processo. No estúdio fluiu bem, rolou como a gente esperava. Tinha uma química, uma energia, por mais que isso seja clichê”, conta o baterista Rex.

Para o produtor andré t, essa química entre os quatro músicos realmente existe e é algo especial que eles conseguiram manter até hoje e eixaram presente no novo projeto. “Achei fantástico uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos se reencontrar. Parecia que nunca tinham deixado de tocar juntos. Acho que realmente eles têm algo especial, que se vê muito raramente. Só acho uma pena que eles não deverão se reunir para tocar esse material no palco, porque sei que pegaria fogo…”, lamenta andré.

Além da produção do disco, os amigos ajudaram também a registrar o encontro e as gravações em vídeo. Alexandre Xanxa, Mauricio Caires e Mauro Pithon filmaram todas as sessões, captando todos os momentos, numa espécie de making off disco. A ideia é lançar esse material junto com o álbum.

Se para os amigos, os fãs e os curiosos este novo projeto é aguardado com ansiedade e como forma de abrandar a ausência do Dead Billies, para seus integrantes o disco serviu para exorcizar os problemas e uma pendência de anos, ou pelo menos deveria ser assim. “É um trabalho bonito, musicalmente ficou muito bom, mas talvez as intenções não tenham sido alcançadas, já que foi feito pra gente ficar feliz, sem intenção de grana ou qualquer outra coisa. Era pra trazer um bem estar, uma alegria, mas isso não foi alcançado da forma que a gente queira, ou não alcançou todos. Ele é muito de verdade, e a vida de verdade tem conflitos, não é um sonho, uma coisa perfeita que é 100% perfeita e bacana, têm tensões atrás desse projeto”, diz Rex.

Sem entrar em detalhes dos bastidores, o baterista fala que apesar da amizade houve dificuldades que permanecem. Para o público fica a expectativa de mais uma contribuição para o rock feito na Bahia. “A gente sabia q estava mexendo com uma bomba relógio e rezando para não explodir. Explodiu, fazer o que?”, diz Rex.

Retrofoguetes e Retrofolia
Se o Los Mismos se encerra com o disco, os outros projetos de Glauber, Rex, Morotó e Joe continuam. Glauber com suas diversas facetas artísticas e projetos como Teclas Pretas, glauberovsky orchestra, entre outros. Rex, Morotó e Joe, que começaram o Retrofoguetes logo após o fim do Dead Billies, seguem com a banda. O grupo, que está se adaptando às últimas mudanças, segue na ativa, com músicas inéditas e avaliando quando gravam um novo trabalho. Os shows continuam. Outro projeto que une Rex e Morotó, o Retrofolia, ganha mais autonomia e se desvincula do Retrofoguetes, sendo agora um projeto próprio. Com isso além dos dois e Julio Moreno, foram efetivados definitivamente Kaverna nos vocais, Fábio Rocha no baixo e Paulo Chamusca completando o trio de guitarras baianas.


Release: KETER - Guerra Contra Tudo e Contra Todos (2014) por Val Oliveira

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KETER - "Guerra Contra Tudo e Contra Todos" (Caçadores das Trevas Rec/2014) Por: Val Oliveira (Reidjou)

Apos 10 anos batalhando no undergroud baiano, a banda KETER finalmente lança o seu debut, o cd intitulado "Guerra Contra Tudo e Contra Todos", que já se encontrava gravado há algum tempo, mas faltava ainda o apoio de alguns selos e produtoras para viabilizar o lançamento do material. 

O lançamento, que conta com 10 faixas e foi proveniente da parceria entre os selos Retch Records, Headcrusher Produções, Caçadores das Trevas Records, Music in Veins e Odicelaf Zine, tem produção da própria banda, juntamente com o já experiente Sidinei "Grim" Falcão (Blessed in Fire) no finado estúdio MD. O som da Keter transita entre o Thrash e o Death Metal, com uma mais nítida influência do Metal extremo. 

A intro, "Requiem" é climática, começando com um dedilhado, seguido das guitarras, que se encerram num belo dueto. "Bellum Omnia Omres" já mostra o que se espera da KETER: peso, brutalidade e técnica. "Peste, Fome e Guerra" já mostra outra característica da banda, a mescla de faixas cantadas em sua maioria no idioma português ao lado de outras em inglês. O som segue brutal, sujo mas com todos os instrumentos perfeitamente audíveis. 
"Decomposição" é uma velha conhecida dos shows, e uma das mais marcantes, com um refrão que gruda rapidamente, pronta para ser cantada e acompanhada nos shows! "I Don't Believe", é um dos destaques do cd, e também tem um ótimo refrão, onde temos o baixo se destacando. Nesse momento podemos destacar o trampo foderoso dos guitarristas George e Yuri, com riffs mortais durante todo o cd, alem de citar o trabalho do ex-batera Renato. 
Temos então a faixa "Vermes", brutal e insana! O cd segue com "Insanidade", cujo clipe fazia parte da promo de 2010, "I Don't Believe" , com a faixa do mesmo nome, juntamente com "Decomposição", também estão presentes neste debut, e é outro destaque do material com seus riffs insanos e sua levada mortal!
 "Desejo de Vingança" é outra faixa que se impõe pela brutalidade aliada a riffs que grudam na cabeça. "Prazer Sádico" é a musica de maior duração, tendo momentos velozes e brutais e outros cadenciados, ótimos para o headbanging, e ela antecede a ultima faixa, por sinal em inglês, "Only Death Is Real", com um começo cadenciado, mas que logo descamba para a porradaria!
Apenas a parte gráfica poderia ser um pouco melhor, e o cd, por sua curta duração, deixa um gostinho de "quero mais"!
Adquira o seu, pois a espera valeu a pena!

KETER:
Bawdy - Vocal
George Lessa - Guitarra
Yury Duplat - Guitarra
Fagner - Baixo
Marcio - Bateria

Tracks:
01 - Requiem
02 - Bellum Omnia Omres
03 - Peste, Fome e Guerra
04 - Decomposição
05 - I Don't Believe
06 - Vermes
07 - Insanidade
08 - Desejo de Vingança
09 - Prazer Sádico
10 - Only Death Is Real


Contatos:
bandaketer@gmail.com.br
https://www.facebook.com/keterband
https://www.facebook.com/Bandaketer

Behavior: novo álbum será distribuído pela Mutilation Records

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fonte: MsMetalPress

O segundo álbum da banda baiana BEHAVIOR, intitulado “Morbid Obsession” , será distribuído no Brasil através da Mutilation Records, garantindo o abastecimento das lojas especializadas em música extrema com o produto.

O material também será distribuído pela Voice Music, que tem como objetivo abastecer as principais lojas especializadas e MegaStores do país.

O álbum continua em processo de produção, e a previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2015 no Brasil.

Para mais informações sobre as atividades da banda BEHAVIOR e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Camisa de Vênus - Mais vivo do que nunca (2014)

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Banda: Camisa de Vênus

Gênero: Rock n Roll\Punk Rock\New Wave\Pós Punk

Origem: Salvador\Ba

Álbum: Mais vivo do que nunca!

Ano:2014

Formação Atual:
Eduardo Scott: vocal.
Gustavo Mullem: guitarra solo.
Karl Hummel: guitarra base.
Ivan Oliveira: baixo.
Cloud: bateria.

Tracks:
01 - Sem Nada
02 - Metástase
03 - O Adventista
04 - Hoje
05 - Crime Perfeito
06 - Gotham City
07 - Eu não matei Jona D'arc
08 - Beth Morreu
09 - País do Futuro
10 - Mão Católica
11 - Correndo sem parar
12 - Sinca Chambord
13 - Só o fim
14 - Negue
15 - Pronto pro suicídio
16 - My Way

Links:

Rattle: revelado o track list do álbum de estréia

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Rattle
A banda baiana de Thrash/Death Metal RATTLE recentemente revelou o track list do seu álbum de estreia “Tales of the Dark Cult” que será lançado pela Shinigami Records graças ao projeto “Hellstouch”, do qual RATTLE foi a banda mais votada pelo público em geral.  Confira a seguir a lista de músicas:


1. The Embodiment Of Evil
2. The End
3. Semper Fi
4. Call Of Duty
5. Operation: Exterminate!
6. Whispers
7. Last Standing Man
8. Pay To Enter, Pray To Exit
9. Hell Of The Living Dead
10. Insomnia (The Sleep Of Reason Produces Monsters)
11. The Dark Cult

 “Tales of the Dark Cult”, gravado no estúdio Revolusom e produzido por Marcos Franco (Malefactor, Behavior, entre outros), contou com as participações especiais de Anton Naberius (Eternal Sacrifice), Lord Vlad (Malefactor) e Julio Cesar (Metropolis/The Endless Fall). Já a parte gráfica foi realizada por Val Oliveira, vocalista da banda.

A banda, formada além de Oliveira por Henrique Coqueiro (guitarra), Daniel Iannini (baixo) e Eric Dias (bateria), também disponibilizou vários vídeos mostrando o processo de gravação do trabalho, que se encontra nos últimos estágios do processo de mixagem, no seu canal oficial no You Tube: https://www.youtube.com/user/RATTLEMETAL

Em breve mais notícias...

“Hellstouch” é o empreendimento da Shinigami Records para apoiar o metal nacional através do lançamento de uma coletânea com bandas que não tenham lançado até esse momento um álbum oficial. Após o lançamento, foi primordial a participação do público já que por votação popular foi selecionada a banda que teria o seu álbum de estreia lançado pela gravadora paulista (a segunda, terceira e quarta bandas selecionadas fazem parte do SPLIT  “ThreeWays to Hell” já a venda).

Visite nosso website www.shinigamirecords.com.br e siga-nos nas redes sociais Facebook e Twitter.


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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Clube de patifes: Radiola (EP) 2014

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Release:
Depois de 3 anos do lançamento do segundo álbum de inéditas e um acústico lançado ano passado, o Clube de Patifes entra em estúdio mais uma vez para registrar canções compostas nos últimos cinco anos e que irão fazer parte do quarto álbum de carreira da banda, intitulado "Casa de Maribondo". Agora como um quinteto, o grupo vem com sonoridade renovada tanto pela presença da dupla de guitarristas Rodrigo Borges e Sergio Magno, quanto por ter na produção do disco a assinatura de um dos mais renomados produtores musicais da atualidade, André T. O EP Radiola é uma mostra desse trabalho com 3 canções e uma faixa bônus, um aperitivo do que será a nossa Casa de Marimbondo."

Banda: Clube de Patifes

Gênero: Blues

Origem: Feira de Santana\Ba

Álbum: Radiola (EP)

Ano: 2014

Integrantes:
Pablues (Vocal, Gaita)
Paulo de Tarso (Bateria)
Rodrigo Borges (Guitarra)
Sérgio Magno (Guitarra)
Jo Capone (Baixo)

Tracks:
01.Radiola
02.Nada Acabou
03.Cavalo de Tróia

Joel Moncorvo: Revoluções (2014)

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Release:

Revoluções é uma obra-prima de um homem que respira música e escreve sua própria história numa clave de Fá, preenchido por alma e sensibilidade. O seu encarte traz uma explicação sobre cada música, sobre as idéias e situações que inspiraram cada faixa. Sua sonoridade flui suavemente por meio de técnicas precisas e apuradas de Slap, Tapping e Pizzicato, além de uma boa dose de improvisação. Este é mais um CD fantástico do Contrabaixista, compositor, e arranjador Joel Moncorvo. 

Banda(Músico): Joel Moncorvo

Origem: Salvador\Bahia

Gênero: Rock\Fusion\Soul\Instrumental

Formato: Digipack Luxo e Caderno com 16 páginas

Músicos Participantes: 
Contrabaixo Elétrico, Fretless e Semi-Acústico: Joel Moncorvo
Piano, Teclado, Rhodes, Orgão: Bel Reis e Juliano Valle
Guitarra: Ricardo Caldas | Sax: Eric Almeida | Trompete: Tiago Marinho | Trombone: Igor Almeida | Tuba: Renato Costa Pinto
Bateria: Marcio Kleber, Thiago Drum'on e Victor Marcellus

Track List:

1.Revoluções (4:28)
 2.Conduta  (2:59)
3.Daiane (3:20)
4.Camisa de Força (4:32)
5.Pai e Filho (4:07)
6.Combate (3:56)
7.Crianças Índigo (4:20)
8.Siga em Frente (3:09)
9.Bass Soul Music  (3:45)
10.As Vozes (3:39)

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SOBRE CADA MÚSICA:

1-REVOLUÇÕES: Nos últimos anos o contrabaixo tem se tornado mais do que um instrumento complementar e de apoio aos demais instrumentos, e sim, um instrumento independente e com vida própria. 
O título "Revoluções" me foi inspirado musicalmente por traduzir um novo conceito na arte de tocar o contrabaixo. No início da música o contrabaixo faz o tema principal com pizzicato. Em seguida, temos um especial onde o Slap e os naipes de metais se encontram. Já no improviso temos uma bela conversa de contrabaixo e rhodes. Logo após, a música explode em uma belíssima parte com tapping e no final todos se encontram.

2-CONDUTA: Compus cada parte dessa música em minhas viagens e sempre quando voltava para casa escutava a última versão da pré-produção. Depois me reuni com o pianista Bel Reis e com todos do grupo. Todos os arranjos foram nascendo um a um. Enfim nasceu "Conduta". 
A escolha do título deve-se a grande importância e responsabilidade dos nossos atos e exemplo. Muitas vezes esse último fala mais que muitas palavras.

3-DAIANE: Essa música é a conclusão de "Eletro-Tapping" (4ª faixa do CD Muito Além do Som, 2007), que revelou todo o meu sentimento de busca e desejo de encontrar a minha filha que estava desaparecida. 
Em 16/03/2012, depois de mais de dez anos, tive a grande alegria de reencontrar Daiane. Foi uma emoção sem palavras. Desse sentimento surgiu o título da música.

4-CAMISA DE FORÇA: Será que estou louco...? Fui enterrado vivo. Não vejo saída, me debato de um lado para o outro. O que fazer?
Meu coração dispara, começo a gritar. Será que alguém vai escutar?
Fecho os olhos, procuro me acalmar, mas não dá. 
Choro e suplico, por favor, alguém me escute, estou aqui embaixo! Acho que ninguém vai me encontrar.
O desespero e a aflição tomam conta de mim, volto a debater e gritar sem parar.
Minha respiração está ofegante, não estou conseguindo respirar. 
Nesse momento acredito em tudo, faço promessas, fecho os olhos e começo a rezar: Meu Deus me ajude, farei tudo o que quiser, estou desesperado senhor, por favor, me tire daqui... mas não tenho resposta. 
Estou completamente aterrorizado, apavorado, agoniado, querendo sair. Foi quando percebi que estou vestido em uma camisa de força!

5-PAI E FILHO: Ainda me lembro daqueles momentos que o meu pai me levava no ombro para a praia, me fazia rir sem parar, me apresentava várias músicas dos mais variados estilos e até hoje dedica sua vida pela nossa família. Cresci, aprendi, me casei, tenho filhos e até hoje aqueles momentos não saem do meu coração. Estaremos sempre juntos, pai!     

6-COMBATE: É muito interessante como a música tem o poder de transformar o nosso estado emocional. Baseado nisso, compus uma que fosse capaz de me deixar mais eufórico, mais elétrico e não menos equilibrado. Desse sentimento surgiu "Combate". 
Tecnicamente é uma música que mescla bases e riffs de pizzicato, com passagens rítmicas e melódicas capazes de nos transportar mentalmente para outros lugares. 
Sempre que preciso de mais energia e tenho necessidade de vibrar mais, escuto "Combate". 
Não poderia deixar de comentar o convite da empresa PEZO BASS para assinar um amplificador e duas caixas mega potentes para contrabaixo. Na mesma hora precisávamos de um nome, não tive dúvidas, batizei todo o setup de Combate. 
Uma música com um incrível punch e que me transmite muita emoção e sentimento.

7-CRIANÇAS ÍNDIGO: Foi a primeira música que compuz para esse álbum.
No começo tentei me basear nas composições do meu primeiro CD (Muito Além do Som), mas logo percebi que tudo já era diferente. 
A música nos conta através das suas partes uma história muito intensa, cheia de nuances, climas e explosões. No tema principal usei a técnica do pizzicato. Já nas outras partes usei tappings e slaps. Toda a música é recheada com arranjos de naipes de metais e um belíssimo piano fazendo a base com a bateria. 
Sobre a escolha do título “Crianças Índigo”, acredito que seja pelo desejo de termos um mundo melhor!

8-SIGA EM FRENTE: Música regida por frases marcantes de contrabaixo e pelo belíssimo refrão do naipe de metais. 
A inspiração para compor “Siga em Frente” foi conhecer algumas pessoas que tentaram se aproximar querendo só tirar vantagem e proveito. Isso não é incomum, acontece. Para essa e outras situações existe vacina: é estarmos em oração com a nossa conduta, moral, valores e principalmente com Deus! Cada vez que escuto essa música, tenho mais certeza de que, aconteça o que acontecer temos que seguir em frente.

9-BASS SOUL MUSIC: Música que se inicia com uma belíssima frase de sax. Logo após começa uma história mansa contada pelas perguntas do contrabaixo, sendo respondidas por um naipe de sax e o refrão convencionado pela banda. Já na segunda parte o contrabaixo faz o seu discurso bem claro, nota por nota. 
Aos poucos a música nos sugere que tudo tem o seu tempo – a nossa hora chegará, mas é preciso estar preparado e semeando frutos positivos.

10-AS VOZES: Criei essa música para falar com Deus.
Dedico essa música para o meu irmão e amigo Mr. Alexandre Moncorvo.

Joel Moncorvo em foto de Ana Prado


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

OVERDOSE ALCOOLICA, CONFIRMADA NA EDIÇÃO DE 10 ANOS DO BOQUEIRÃO ROCK METAL FESTIVAL.

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Cachaceiros e alcoólatras de plantão e com prazer que a ODICELAF PROD. confirma para a festa de 10 anos do BOQUEIRÃO ROCKMETAL FESTIVAL, no dia 22/11, a maior banda de Rock/Metal Alcoólica do Brasil. A OVERDOSE ALCOOLICA, que estará lançando seu debut álbum “Apologia ao Alcoolismo”.


A banda nasce em meados de 2005 por Binho Breja e Caio Pinga, com o intuito de fazer música alcoólica, independente do estilo dentro de cada música. Apesar disto, é redundante, porém indispensável falar que todas essas influências caminham dentro do Rock. A banda nasce sem pretexto algum de trazer algo inovador e único, apensas tem como objetivo a diversão e entreter o ouvinte em seus melhores momentos. Música para se divertir e encher a cara de cachaça, sem pretensão nenhuma de ser técnicos ou melhor do que alguém.

Muitos integrantes já passaram pela banda desde sua formação, porém foi com Rodrigo Gin, Davi Ampola e Fagner Mé que gravamos a nossa primeira Demo, intitulada “Chuva de cerveja” no ano de 2012. A demora do lançamento se deu pela grande dificuldade de membros permanentes que tivesse o mínimo ridículo de responsabilidade e que acreditasse piamente em nossas ideias e objetivos. Sem isso, era impossível darmos início às gravações e shows. Entretanto as composições não paravam de aumentar, ultrapassando hoje a marca de mais de 100 músicas compostas e arquivadas a espera de uma futura gravação e lançamento.

Em 2012 a banda começa a tomar corpo e a se destacar com a Demo, e logo no início de 2013 começam os preparativos para a gravação do primeiro CD. Este já intitulado “Apologia ao alcoolismo”. Que sairá pela gravadora Music In Veins Records em parcerias com outras distros. Porém, a banda já segue o rumo com outra formação. No inteire da demo com o CD, a banda resolve lançar um EP, intitulado “Eu só sei beber”, com lançamento no festival Palco Do Rock 2014.

A Overdose Alcoólica hoje é Binho Breja – Vocais; Caio Pinga – Baixo; Rodrigo Gin – Guitarra; Davi Ampola – Guitarra: Thauan Beer – Bateria.

SEGUI LINKS INTERESSANTES SOBRE A BANDA:

VIDEOS:

COM DINHEIRO EU MORRERIA:

MULHER PINGUÇA: 


CONTATOS DO BOQUEIRÃO ROCK METAL FESTIVAL:
(75) 9966-5520 – ADAUTO DANTAS
E-MAIL: boqueiraormfest@gmail.com

boqueiraorockmetalfestival@hotmail.com

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Hatend: em processo avançado de composição do novo álbum

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fonte: msmetalpress
A banda baiana de Thrash Metal HATEND já possui três faixas finalizadas do seu próximo álbum, sucessor do bem recebido “Metal 13”.

O material tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2015, através da MS Metal Records, com distribuição física da Voice Music e digital pela CD-Baby, englobando as principais lojas dos mercados nacional e estrangeiro.

Em paralelo, o grupo continua sua maratona de shows no interior da Bahia, onde tem uma boa base de fãs estabelecida. A última apresentação aconteceu no dia 07 de setembro, na cidade baiana de Paulo Afonso, no evento Copa Vela; para uma audiência participativa e que apoiou o grupo em um set list especial para a ocasião.

Para mais informações sobre as atividades da banda HATEND e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Kazenin Mafia : Instrumental Rock (Salvador \ Bahia)

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Kazenin Mafia

Release:
A Kazenin tem como proposta o estudo e experimentação de melodias, velocidades, texturas, referências, extraindo o máximo de seus instrumentos.  Os três campos (Guitarras e violões, baixo elétrico e contrabaixo acústico, bateria e outros instrumentos percussivos) são explorados de forma a expressar o máximo aos espectadores sem a necessidade de uma voz e letras lhes dizendo o que pensar, ou como se sentir.

Rockn'roll, Rock Progressivo, Noise rock, Hard Rock, Blues, Doom Metal, Post Rock, Stoner Rock, Grunge, Folk, Jazz, Rockabilly. Quase tudo o que for rock, ou algo parecido com isso (e, às vezes, nem tão parecido) é material de trabalho para esse power trio inquieto.

Banda: Kazenin Mafia

Origem: Salvador\Bahia

Gênero:  Rock Instrumental

Formação :
Gabriel Wirz - Baixo Elétrico/Contrabaixo Acústico
Gregory Baratoux - Guitarra elétrica/Violão
Luciano J - Bateria/Percussão

Links:
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